Golf owners really love their cars!
Publicado: quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 às 17:23
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The history of Lexus LFA
Publicado: quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 às 12:30
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Vicki Butler-Henderson drives Ferrari 458 Spider
Publicado: quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 às 07:30
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José Cláudio Machado: "o tradicionalismo está se descaracterizando"**
Um dos grandes nomes da música gaúcha, José Claudio Machado tem uma longa vivência no meio tradicionalista, tendo se apresentado em diversos estados e compostos clássicos como "Pêlos" e "Pedro Guará", por exemplo. Natural de Tapes, acha hoje que tudo perdeu um pouco o sentido. Cita o caso do desfile do 20 de setembro, do Parque Harmonia e do carnaval, evocando tempos dos barracas de lona e das manifestações populares mais espontâneas.Tem 14 CDs gravados e participações em muitos outros. Gravou e tocou com "Os Tapes", "Os Serranos", Bebeto Alves, Luiz Marenco, Mauro Moraes e foi parceiro inseparável de Jayme Caetano Braun.Também parou de ir a festivais porque não gosta de disputas e acha os resultados invariavelmente duvidosos. "Eu me sinto mal ganhando e me sinto mal perdendo, sou mau ganhador e um mau perdedor", diz ele. Quem sabe até o fim do ano um novo CD, com canções inéditas.
Ele foi um dos que ajudou a criar o Parque da Harmonia. Lembra que primeiro era um aterro, depois foi "tomando jeito" de parque. Ia com a turma assar uma carne, passar o dia, se reunir, brincar, jogar bocha. "E um dia saiu um acampamento sobre chimarrão e essas coisas. A primeira mateada e aí quando se viu, virou um parque", lembra. Hoje, para ti ir para lá, diz, tem que ser dono de um terreno, que manter ele limpo e conservado, não é qualquer um que acampa. Tem que pertencer a um piquete, se inscrever.
"Não é uma critica, mudou muito o foco do que é tradicionalismo", afirma. A Semana Farroupilha também é outro evento gaúcho que, para ele, também se descaracterizou. Na sua opinião o desfile deveria ser exclusivamente para os costumes gaúchos, sem a participação de outras entidades. "A única que está inserida dentro do contexto da Semana Farroupilha é a Brigada Militar, pois fez parte da revolução. Mas mudou muito, ficou muita alegoria, carnavalesco". Morando em Guaíba, dificilmente vem a Porto Alegre, que só visita quando vem ao estúdio gravar.
"Fico duas semanas socado ali, e aí é do estúdio para casa e de casa para o estúdio. Na noite não dá para sair mais, está muito perigoso". Na capital trabalhava muito na noite, em restaurantes, como a Pulperia, por exemplo, na Churrascaria 35, quando era na frente da Zera Hora. E em quase todas as churrascarias do Centro. No Treviso? "Cheguei a ir lá, na madrugada. Saíamos das casas noturnas e íamos para o Treviso tomar canha, para arrematar a noite", recorda.
A redescoberta tradicionalista
Os anos 70 e 80, afirma foi uma abertura para todos os músicos tradicionalistas. Diz que a partir daí é que começou a ser divulgado, porque até então o próprio Rio Grande do Sul não era tão divulgado, pois a prioridade eram outros gêneros. O marco foi a partir da Califórnia da Canção, em 1971, quando ele participou com o grupo "Status". A música com a qual participaram, sobre um farroupilha que filosofa se valeu a pena ter lutado ou não, tinha 20 minutos e ficou fora do disco. Mas ganharam uma menção honrosa.
Em 1972, ganhou com a canção "Pedro Guará". O Festival, diz, abriu muito espaço, inclusive levando os jovens para a música nativa. Assim como o Harmonia, aqui também houve distorções, na sua opinião. A música começou a ficar mais urbana e não foi aceita pelo lado mais "radical". Vários CTG’s, por exemplo não aceitam a "tchê-music", gênero que para ele tem valor porque através dele se evita que o jovem caia no rock. "Porque senão amanhã isso aqui vira tudo americano", diz. Tocou duas vezes, um ano de cada vez, com "Os Serranos". Depois seguiu a sua trajetória, o seu trabalho solo.
Inspiração? "Eu nasci no meio rural, no meio campeiro. Trabalhei no campo, na minha infância, minha juventude, eu conheço toda lida campeira. Gosto do campo, mas trabalhar no campo não é comigo não. Então a inspiração vem, tu não programa ela. Te surge um verso, assim, de repente, uma palavra. Ou num animal no campo, no movimento do campeiro, é casual. Tem pessoas que tem o "dom": olha eu vou fazer uma letra sobre isso aqui. E vai lá e faz.
Eu gosto de letras que tenham uma mensagem, uma história, que falem da vida campeira, ou alguma verdade no meio, porque tudo tem um cunho político. Até o "maluco beleza", o Raul Seixas, tinha maravilhas de letras, com toda loucura dele de roqueiro. Tem aí o Chico Buarque que é uma cabeça, escreve simples e se comunica com todo mundo.
Como surgiu "Pedro Guará" e outras músicas
Foi uma história esquisita. No início, quando nós fundamos o grupo "Status" tinha o Cláudio Bueno Garcia, que hoje é doutor em filosofia. Ele estudou teologia, professor em São Miguel. Nessa época eu tocava muito em bailes, mas quando começaram a escassear, fui trabalhar como mecânico. E um dia tava caindo uma garoa, me vem uma melodia. Passei o dia com aquela melodia na cabeça e de noite peguei, botei em cima da letra e encaixou certinho.
O Cláudio Boeira Garcia dá aula em uma faculdade em Ijuí. A música foi feita a quatro mãos. Já "Don Munhoz" é letra e música do finado Gaspar Machado, bom poeta e música do Airton Pimentel, eu só cantei. "A Canção do Gaúcho" é do Barbosa Lessa. É uma música apoteótica e tem mensagem, né? Cada vez que se executa, o público se inflama. Normalmente nos meus shows eu finalizo com ela.
Orgulho de ser gaúcho
Eu acho que o orgulho e a inflamação de ser do Rio Grande já nasceu com o gaúcho. Queira ou não queira, todo gaúcho, gosta de ser gaúcho, tem orgulho da terra dele. Muitas vezes a pessoa sai daqui e vai morar lá na Bahia e nunca vestiu bombachas. Aí o cara chega lá e coloca uma bombacha com o maior orgulho, aqui ele tem vergonha de botar. É porque aqui criticam muito. Medo da gozação.
Estive em Mato Grosso, seis dias, me levantava cedo pra tomar meu banho, meu mate, pitar meu cigarro. Quando abri a porta do meu quarto, tinha nos fundos uma área grande com três, quatro gaúchos sentados com chimarrão, com charque, carne, churrasco, erva e não sei o que mais. Não descansei um dia! A loucura da saudade que aquele povo sente, ficam até 10 anos sem vir para cá.
CTG e a cultura gaúcha
Os CTG’s se preocupam em baile e não criam um lado cultural. Não tem ali o cara mostrando como se tira o leite o outro mostrando como é uma doma, outro mostrando como é um tiro de laço. Quando entra em rodeio é só tiro de laço e acaba pagando entrada. É obvio, eu reconheço que para se fazer um rodeio, tu gasta, mas é só em tiro de laço, da manhã à noite.
Tem muita coisa distorcida, até a maneira que o homem do campo fala, tem muitas coisas aí que não é o que dizem. Por exemplo, hoje mesmo o Rui Biriva está cantando uma música que eu acho um horror aquilo, tchê. A letra é uma desgraça total, fica meio pesado para ouvir. O "guasca para fora" tem duplo sentido e tu botar em uma letra "cheiro de bosta"... O ouvido do povo não é penico, tchê. Outra coisa que eu detesto também é o machismo.
Músicos gaúchos, parcerias e convivências
Conheço o Yamandu desde pequenino. Ele está em uma fase muito boa, toca muito violão, tenho orgulho dele. Seguido pegava o violão e vinha aqui com o falecido pai dele. A música gaúcha foi divulgada por um catarinense, que era Pedro Raimundo. Depois vieram os Bertussi, que contribuíram muito, conhecidos no Brasil inteiro. Depois veio o Teixeirinha, que contribuiu muito, mas muito mesmo, embora tivesse as pessoas que não gostavam.
Foi um grande precursor da música gaúcha. Foi importante também o Gildo de Freitas, aquele modelo mais simples. Depois de 1972 "Os Mirins", com Albino Manique, com o acordeom maravilhoso, "Serranos" e por aí ela vem crescendo. Quando estoura a Califórnia da Canção, aí que a divulgação começou. César Passarinho, Leopoldo Rassier, o Gaúcho da Fronteira, com uma outra proposta musical, mais hilariante. Depois veio Cenair Maicá, uma perda sem tamanho.
O finado Leonardo que contribuiu muito, e dos antigos, taí o Pedro Ortaça. O resto é essa gurizada nova, que está cantando bem musicalmente, as letras bem feitas, mas falta um toquezinho, ao meu ver, de mensagem, de conteúdo.
O amigo Jayme Caetano Braun
Ah, meu querido, falecido, amigo Jayme. Tivemos um convívio largo. No início quando fui para Porto Alegre, eu pertencia a um grupo, antes dos Serranos, que era um dos mais antigos que tinha no RS, Os Teatinos*. Quando fazíamos show no Palácio do Governo para mostrar a cultura gaúcha, quando vinha autoridades, presidente da república, senador.
E o Jayme sempre ia junto, em show, teatro, em todo o Rio Grande. Viajamos para fora, em vários estados e depois viajei muito tempo só o Jayme e eu, cantamos até para o dono da Globo, Roberto Marinho, na casa dele, para o Figueiredo um dia antes dele assumir a presidência. Então o Jayme foi uma pessoa maravilhosa, sem contar que ele foi um dos maiores poetas, nessa linha, um homem campeiríssimo. Três homens fantásticos para descrever um poema, eram o Jayme, Aureliano de Figueiredo Pinto, e o finado, João da Cunha Vargas. São os da nata.
Visitas ao Mercado Público
Eu ia seguido Mercado Público. Esses dias eu ainda disse, preciso ir no Mercado, estou programando isso já faz um tempo. Vou lá buscar uns dourados para fazer assado na grelha. Eu procuro filé de tilápia e não acho. Lá eu encontro. Tenho que ir, passar uma tarde lá. Mas vou levar uns dois ou três guarda-costas, porque se não passa um ladrão e me rouba o chapéu.
Depois da reforma eu ainda não fui. O Mercado Público é um patrimônio fora de série, né? Aquilo ali é um ponto cultural de Porto Alegre, para mim, o coração do Rio Grande. Para mim em matéria de ponto turístico, é ali. O cara encontra de tudo ali, é um mundo a parte.
* Os Teatinos era um grupo campeiro, natural de Tapes – RS, que tinha a seguinte formação: Glênio Fagundes, (Vocal e violão), Paulo Fagundes (Vocal e violão), José Cladio Machado (Vocal e violão) e Marco Aurélio Campos (Bombo nativo). Teatinos gravou um disco em 1976, que se chamava, Telurismo – Vol. 1. Que contou com as participações de João Batista tocando contra-baixo, e Geraldo Schuler tocando flauta.
** Texto publicado em 28 de agosto de 2010 no site Jornal do Mercado de Porto Alegre. José Cláudio Machado faleceu em 12 de dezembro de 2011.
Publicado: terça-feira, 13 de dezembro de 2011 às 19:03
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Goodyear Polyglass. Means more than mileage.
Publicado: terça-feira, 13 de dezembro de 2011 às 17:23
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2011 Porsche 911 GT2 RS: The Science of Speed! Car review by Motor Trend
Publicado: terça-feira, 13 de dezembro de 2011 às 12:30
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Review de CD: Neighborhoods - Blink-182
Fundada pelos amigos de infância Mark Hoppus e Tom DeLonge em 1992, o Blink-182 tournou-se um dos ícones do chamado "pop punk" nos anos 90 e primeira metade dos anos 2000, criando uma legião gigante e muito fiel de fãs ao redor do mundo com suas letras irreverentes, batidas rápidas (muito influenciadas pelo Hard Core californiano) e clipes bem humorados com sátiras e zoações a outros artistas e a eles mesmos. Até 1998 a banda contava com Scott Raynor no comando das baquetas mas, a partir do ano seguinte o ultra criativo Travis Barker passou a ser baterista do grupo. Nessa mesma época a banda alcança fama mundial com "Enema Of The state".Passada a turbulência do "hiato indefinido" da banda, que durou 5 anos (de 2005 a 2010), com um, até então, triste desfecho na amizade que sempre permeou a história do grupo (por conta de brigas entre Mark e Tom) e da quase morte de Travis Barker em um acidente de avião (que vitimou fatalmente seu grande amigo, "DJ AM!" em 2009 e foi o fator que aproximou o trio novamente) o Blink-182 volta com tudo e lança o esperadíssimo "Neighborhoods", 6º disco da carreira do grupo e um dos CD's mais aguardados de 2011.
O primeiro single do CD, a ótima "Up all night", tem um refrão muito bem construído e riffs pesados de guitarra que, junto a levada "hipnótica" de bateria na intro fazem dessa uma das melhores faixas do trabalho. "Ghost on the floor", música de abertura do álbum, é outro grande destaque por ser uma música muito carismática. Essas duas canções e faixas como "After midnight" remetem ao trabalho anterior do grupo, o álbum "self-titled" de 2003 e a algumas coisas que Tom testou em sua outra banda, "Angels and Airwaves".
Faixas como "Hearts all gone" e "Natives" lembram coisas que a banda ja havia feito, mas você sente uma diferença, talvez pelas incursões de teclado ou pelo timbre de guitarra menos "gritante" do que antes. "Wishing Well" remete a "Going away to college" (música presente no 4º álbum da banda, o já citado "Enema of the state") e tem mais uma das levadas de bateria insanas de Travis Barker.
Cuidado ao ouvir "Love is dangerous", essa não ficou como última faixa do play por acaso: é a mais experimental de todas, com sua levada levemente influenciada pelo pop europeu e uma certa dose de "anos 80" com certeza não agradará os fãs mais radicais e convervadores da banda, mas não deixa de ser uma boa canção. Tirando essa possível "surpresa", o álbum transcorre de maneira agradável e linear (o curto tempo de duração total do play também contribui para isso).
O Blink-182 foi (e é) uma das bandas mais legais e adoradas de muitos que viveram sua adolescência no final dos anos 90 e começo dos 2000. A todos esses que, como eu, ficaram muito tristes com o aparente fim da banda em 2005, aqui vai o recado: se você esperava ouvir em "Neighborhoods" uma repetição do que a banda ja fez no passado, principalmente em seus primeiros registros, talvez a decepção seja iminente. As características da banda estão la: refrões pegajosos, as levadas criativas e insanas de Travis (com certeza, um dos melhores bateristas de rock em todos os tempos) e duetos
entre Tom DeLonge e Mark Hoppus, que dividem os vocais no álbum todo. Porém, a banda imprega novas influências e experiências, mostrando que amadureceram sua forma de compor, não ficando no mesmo lugar e reinventando o seu próprio estilo. Felizmente eles obtiveram êxito nessa empreitada.
Tom DeLonge - Vocal e guitarra
Mark Hoppus - Vocal e baixo
Travis Barker - Bateria
1. "Ghost on the Dance Floor" 4:17
2. "Natives" 3:55
3. "Up All Night" 3:20
4. "After Midnight" 3:25
5. "Heart's All Gone" 3:15
6. "Wishing Well" 3:20
7. "Kaleidoscope" 3:52
8. "This Is Home" 2:46
9. "MH 4.18.2011" 3:27
10. "Love Is Dangerous" 4:27
Whiplash
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Blink-182,
Música,
Reviews de CDs
Publicado: terça-feira, 13 de dezembro de 2011 às 07:30
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Parente próximo do Toyota GT-One...
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12 Horas de Tarumã,
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Publicado: segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 às 17:30
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Fifth Gear: Audi Quattro
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Publicado: segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 às 12:30
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Woman wonders how to park a small car
Publicado: segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 às 07:30
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Conselho da FIA aprova mudanças nas regras para 2012
O Conselho Mundial da FIA se reuniu quarta-feira passada (7), em Nova Delhi, para aprovar o regulamento de 2012. A utilização dos gases dos escapamentos do motor para melhorar a aerodinâmica do carro, mais conhecido como "difusor soprado", será mais dificultada. Além disso:
- Os novos carros não poderão testar na pré-temporada antes de passar por todos os crash tests;
- O tempo máximo de uma corrida, em caso de interrupção, passa de oito para quatro horas; o tempo limite da prova permanece em duas horas;
- Durante o safety car, será permitido que os retardatários sejam ultrapassados pelos que estão na mesma volta, para que a relargada transcorra só com os primeiros colocados na frente do pelotão;
- Em caso de suspensão da corrida, será permitido aos carros que estavam no pit lane que retornem ao grid na posição que estavam quando a corrida foi suspensa;
- Os pilotos não poderão retornar à linha que estavam depois de terem saído dela para defender posição;
- Haverá um teste de três dias durante a temporada;
- Todos os pneus poderão ser utilizados no primeiro treino livre; antes, eram permitidos apenas três jogos.
FIA FORMULA ONE WORLD CHAMPIONSHIP
Changes to the 2012 Technical Regulations
- All engine standard ECU set up and control parameters, which were formerly contained only within a Technical Directive, are now contained within the relevant parts of the Technical Regulations.
- The exhaust tailpipes are now strictly regulated in order to ensure that the aerodynamic effect exhaust gases have on the car is kept to an absolute minimum.
- Better marking of in-car emergency switches operated by marshals are now stipulated.
- The side impact structures will now have to be subjected to a further (upward) push-off test.
Changes to the 2012 Sporting Regulations
- Cars may no longer take part in pre-season testing without having passed all crash tests.
- There will now be a maximum race time of four hours to ensure that a lengthy suspension of a race does not result in a race that could run up to eight hours if left unregulated.
- Before the safety car returns to the pits all lapped cars will be allowed to unlap themselves and then join the back of the pack, ensuring a clean re-start without slower cars impeding those racing for the leading positions.
- Cars which were in the pit lane when a race is suspended will now be allowed to re-join the cars on the grid in the position they were in when the race was suspended.
- Drivers may no longer leave the track without a justifiable reason, i.e. cutting a chicane on reconnaissance laps or ‘in’ laps to save time and fuel.
- Drivers may no longer move back onto the racing line having moved off it to defend a position.
- One three-day test will be carried out during the season, formerly there were none.
- All stewards’ decisions which are not subject to appeal are now in one place instead of being in various places within the regulations.
- All tyres allocated to a driver may now be used on the first day of practice; formerly only three sets were permitted.
The 2012 FIA Formula One World Championship calendar was confirmed as previously published.
- Os novos carros não poderão testar na pré-temporada antes de passar por todos os crash tests;
- O tempo máximo de uma corrida, em caso de interrupção, passa de oito para quatro horas; o tempo limite da prova permanece em duas horas;
- Durante o safety car, será permitido que os retardatários sejam ultrapassados pelos que estão na mesma volta, para que a relargada transcorra só com os primeiros colocados na frente do pelotão;
- Em caso de suspensão da corrida, será permitido aos carros que estavam no pit lane que retornem ao grid na posição que estavam quando a corrida foi suspensa;
- Os pilotos não poderão retornar à linha que estavam depois de terem saído dela para defender posição;
- Haverá um teste de três dias durante a temporada;
- Todos os pneus poderão ser utilizados no primeiro treino livre; antes, eram permitidos apenas três jogos.
FIA FORMULA ONE WORLD CHAMPIONSHIP
Changes to the 2012 Technical Regulations
- All engine standard ECU set up and control parameters, which were formerly contained only within a Technical Directive, are now contained within the relevant parts of the Technical Regulations.
- The exhaust tailpipes are now strictly regulated in order to ensure that the aerodynamic effect exhaust gases have on the car is kept to an absolute minimum.
- Better marking of in-car emergency switches operated by marshals are now stipulated.
- The side impact structures will now have to be subjected to a further (upward) push-off test.
Changes to the 2012 Sporting Regulations
- Cars may no longer take part in pre-season testing without having passed all crash tests.
- There will now be a maximum race time of four hours to ensure that a lengthy suspension of a race does not result in a race that could run up to eight hours if left unregulated.
- Before the safety car returns to the pits all lapped cars will be allowed to unlap themselves and then join the back of the pack, ensuring a clean re-start without slower cars impeding those racing for the leading positions.
- Cars which were in the pit lane when a race is suspended will now be allowed to re-join the cars on the grid in the position they were in when the race was suspended.
- Drivers may no longer leave the track without a justifiable reason, i.e. cutting a chicane on reconnaissance laps or ‘in’ laps to save time and fuel.
- Drivers may no longer move back onto the racing line having moved off it to defend a position.
- One three-day test will be carried out during the season, formerly there were none.
- All stewards’ decisions which are not subject to appeal are now in one place instead of being in various places within the regulations.
- All tyres allocated to a driver may now be used on the first day of practice; formerly only three sets were permitted.
The 2012 FIA Formula One World Championship calendar was confirmed as previously published.
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Fórmula 1
Publicado: domingo, 11 de dezembro de 2011 às 17:30
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Race Of Champions 2011
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Publicado: domingo, 11 de dezembro de 2011 às 12:30
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