AMSOIL Roger Lovell Crash - 2011 Pikes Peak International Hill Climb - Onboard


2011 Goodwood Festival Of Speed - Porsche 956 - Derek Bell - Onboard


Hahn SuperDry. Super goes in SuperDry taste comes out.


2011 Goodwood Festival Of Speed - Porsche 911 GT2 RS - Chris Harris - Onboard


Fale menos, codifique mais

"Só o código importa". Essa frase nem sempre disse tanto quanto diz hoje em dia. Sua simplicidade desafia a compreensão de um profissional que vivenciou e ainda vivencia projetos de software nos quais o código é apenas mais uma das coisas que podem dar errado. Em um contexto no qual passamos boa parte da graduação aprendendo a montar diagramas e no mercado em que os profissionais passam o dia montando documentos, essa frase realmente não pode fazer sentido.

Teorias e soluções são comprovadas com código

Uma coisa comum em projetos é que, ao nos depararmos com um problema, teorizamos sobre as possíveis soluções. Soluções que podem ser desde um simples design de classes até um projeto secundário que vai revolucionar o mundo. A questão é: documentos e diagramas aceitam qualquer coisa, o código, não.

Nenhuma solução é válida até que se prove sua viabilidade no código. Felizmente, na área de desenvolvimento, o custo para se criar uma prova de conceito não é alto. Podemos passar trinta minutos discutindo possíveis soluções para um problema em um quadro branco ou folha de papel e já partir para construção do seu código.

Prolongar o tempo da solução fora do código é prejudicial, pois somente o código fornece o feedback necessário para uma avaliação. Na prática, o ideal é ficar o menor tempo possível com uma solução fora do código.

O código traz resultados. Documentos, não.

Sabe o que você consegue quando gasta tempo confeccionando documentos e diagramas? Documentos, diagramas e nenhum software funcionando. Em um contexto no qual o objetivo é conseguir o software funcional rápido, tudo que não for essencial deve ser descartado ou simplificado, pois não há tempo a perder.

Software não é um fim, mas sim um meio. O objetivo do time de desenvolvimento não é desenvolver um requisito, mas sim entender a necessidade do cliente e atendê-la com uma solução de software. Apesar dos conceitos parecerem semelhantes, na prática são completamente diferentes.

Artefatos válidos são artefatos úteis. A utilidade do artefato está na informação em si, não no seu formato ou nas assinaturas de aprovação do requisito no fim da página. Reduzir o tempo de confecção de artefatos e investir em codificação é certamente uma das melhores práticas para se obter resultados rápidos.

Nenhum documento diz mais sobre o software do que seu próprio código

Uma linguagem de programação é tão útil para registrar uma informação quanto qualquer outro documento, com a vantagem de nunca ficar desatualizada.

Geralmente documentos são gerados para expressar regras de negócio que seriam difíceis de entender no próprio código, além de outras razões burocráticas. Meu ponto não é contra documentações, mas sim a favor de um código expressivo, que não necessite de artefatos externos para ser compreendido.

É claro que, até o código ser produzido, podemos precisar de documentos auxiliares para expressar as regras que devemos codificar. Porém, depois de escrito, o código passa a ser a única referência confiável sobre aquela regra. Muitas empresas acreditam que uma boa documentação irá auxiliar na passagem de conhecimento entre programadores, mas nada é tão útil quanto um código expressivo e com testes unitários que não só expressem a intenção do código, mas também garantam que o mesmo está funcionando corretamente.

É possível ter um código expressivo. Investir na qualidade do código traz mais resultados do que gastar tempo na confecção de artefatos para traduzi-lo.

O código levanta questões sobre o domínio

Construir software é expressar através de código as coisas como elas de fato acontecem, ou seja, as imperfeições e as indefinições do ambiente do cliente ficarão explicitas no momento da codificação, o que levanta a questão: o que fazer nesse momento?

A comunicação entre cliente e time de desenvolvimento não é uma via de mão única, sendo totalmente plausível existirem questionamentos sobre o processo do cliente, afinal, tudo é passível de melhoria.

O time de desenvolvimento não pode ser omisso ao encontrar deficiências no domínio. Uma coisa que não funciona na vida real também não vai funcionar no software, podendo inclusive potencializar problemas que não eram tão evidentes quando o processo era feito manualmente.

Convenções e regras de criação de código podem auxiliar na detecção de falhas em um processo.

O código mostra o nível de experiência de um profissional

Não importa quantas certificações ou quantos anos de experiência um profissional tenha. O código que ele produz é a uma das maiores evidências de sua competência.

Alguns minutos de codificação ao lado de um profissional dizem muito sobre ele. Essa percepção foi a grande responsável por introduzir técnicas como Pair Programming e Coding Dojos em processos de seleção.

Conclusão

Em um cenário em que a entrega de software funcionando é o maior objetivo, o código se torna o bem mais precioso do projeto. O código é capaz de provar teorias, mostrar a experiência de um profissional, documentar uma regra e ainda trazer propostas de melhoria para o ambiente no qual será inserido.

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Oomphalapompatronium Instrument. If you can pronounce it, you can play it.


Volkswagen Passat CC R-Line


Emílio Camanzi testou o Volkswagen Passat CC R-Line, que chegou ao Brasil no primeiro semestre a partir de R$ 189 mil. As principais mudanças no sedã alemão estão no visual. O carro tem rodas de liga leve de 18 polegadas, spoiler dianteiro, saias laterais e lanternas escurecidas.

Chris Harris drives Ferrari F40, Porsche GT2 RS, Noble M600 and Jaguar XJ220


Working Lego Sniper Rifle! Blocked and loaded.


Audi R18 TDI. Audi ultra lightweight technology.


Como a imagem da Sony resistiu aos hackers

O amadurecimento dos consumidores tem garantido a sobrevivência da marca de eletrônicos

Apesar da recente série de ataques à rede de sites e bancos de dados da Sony, a gigante eletrônica parece continuar praticamente ilesa. Mas isso não se deve apenas à força de sua marca. Especialistas afirmam que os próprios usuários já estão acostumados às investidas de hackers contra sistemas eletrônicos comerciais.

No fim de abril, a Sony anunciou que sua rede para o PlayStation, que permite a vários usuários jogar de modo interativo, foi invadida — com um saldo de 75 milhões de contas virtuais roubadas. Desde então, ocorreram ataques em plataformas da empresa em diversos países, até que, no início de junho, o grupo de hackers Lulzsec publicou uma lista com informações dos consumidores, incluindo endereços de e-mails e respectivas senhas de acesso a sites da Sony.

Deveria ser o fim da marca "Sony", certo?

Errado.

"Com certeza existem queixas sobre os ataques dos hackers, mas não são enormes", diz Lisa Joy Rosner, diretora de marketing da NetBase, especializada em analisar o comportamento online de internautas a partir das redes sociais. "Não é algo devastador".

Como as invasões se tornaram mais comuns nos últimos meses, os consumidores estão se acostumando às quedas de sistema e entendendo que as companhias robustas são, cada vez mais, alvo predileto dos hackers. "A verdade é que todas as empresas estão sob ataque", disse Andrew Szabo, fundador e diretor de Marketing Symphony. Ele cita o Google como uma das vítimas mais visadas. "Se a Sony tivesse sido a única hackeada, o impacto sobre a marca teria sido muito maior. Infelizmente, ela estão em boa companhia".

A Netbase detectou uma percepção cada vez melhor em relação à Sony. Uma das marcas mais famosas da fabricante, PlayStation, chegou a ser afetada pelos ataques, mas foi uma onda rápida de reclamações. A maioria dos jogadores apenas se queixava, no Facebook e no Twitter, de não conseguir brincar com os games prediletos, afirma Jenny Vandehey, estrategista da JD Power & Associates. Já ao ataque mais recente, voltado para a Sony Pictures, quase não houve reação. Segundo Jenny, porque "não é um fato diretamente ligado ao dia-a-dia do consumidor".

"Eu esperava que, no curto prazo, o valor agregado evaporasse e houvesse problemas para as vendas", diz Ann Green, um sócio do grupo de soluções para o cliente da consultoria Millward Brown. "No geral, é uma marca muito forte, mas outros consoles, como o Wii e o Xbox 360 estão bem colocadas no mercado, são marcas de confiança".

Na verdade, o que mais importa para a preservação da marca Sony no longo prazo é a forma como a empresa trata as violações de segurança e como ele se comunica com seus clientes. Muitos reclamaram de que a Sony revelou o ataque ao sistema do PlayStation quase dez dias depois de ocorrido, e de que a empresa manteve a rede social do jogo fechada por cerca de um mês. Apesar dessa lentidão, Ann avalia que a Sony não demorou em acatar a responsabilidade — e agir. Ela elogia a empresa por ter fechado a rede de imediato e oferecido aos usuários inscrição gratuita num programa de proteção contra roubo de identidade.

A Sony também forneceu dois jogos livres depois que a rede estava de volta, o que alimentou as vibrações positivas em sites de mídia social: "Odeio as pessoas que invadiram a rede do PlayStation e que a fizeram fechar por mais de um mês, mas, graças a eles, tenho dois jogos de graça, estou muito feliz ", postou um usuário do Facebook em 4 de junho.

Agora, a empresa deve se concentrar no reforço da sua segurança e se prevenir de novos ataques, o que pode ser uma das tarefas mais difíceis. "Eles têm muitas extensões para proteger", afirma Steve Orrin, diretor de soluções de segurança da Intel Corp. "Estão tentando evitar todos os possíveis ataques, mas os hackers só precisam encontrar uma brecha".

Marine Cole para o Advertising Age

Meio & Mensagem

2011 RMR Hyundai PM580 - Pikes Peak International Hill Climb - Rhys Millen - Onboard - 10:09.242