Force Dynamics 401cr test drive with iRacing


Chris Harris drives McLaren MP4-12C


A Classe C na Web


A Classe C é, sem dúvida, a maior responsável pelo crescimento da Internet nos últimos três anos. Se em 2007 o Brasil possuía 37 milhões de usuários, fechamos 2010 com aproximadamente 75 milhões, ou seja, o dobro de usuários em apenas três anos. Muito se deve à entrada das classes baixa renda na web nesse período, e o mercado deve agradecer e ficar de olho na classe predominante do Brasil - a Classe C é responsável por 51% da população nacional, algo em torno de 100 milhões de pessoas.

E todo esse grande número de pessoas tem sido beneficiado com a estabilidade da nossa economia e, com isso, tem comprado mais. E não só mais em quantidade, mas também em qualidade. Afinal, é preciso ter um produto melhor, ainda que se pague em várias parcelas e desde que elas caibam no bolso. E ainda vai além: o consumidor da classe C não está mais atrás de qualquer produto, ele quer qualidade, quer ser bem atendido e quer exclusividade; assim como as classes AB, a Classe C também quer entrar em uma loja e ser bem tratada, quer ter produtos de qualidade e quer mostrar sua ascensão financeira através desses produtos dentro de sua comunidade. E as marcas têm percebido isso e estão mirando na Classe C.

Mas, para garantir que a mira está correta e que o alvo será atingido, é preciso que as marcas conheçam esse público. Vamos destacar alguns pontos:

Sociabilidade é um conceito presente nessa classe. Há tempos que a população de menor poder aquisitivo se ajuda na sua comunidade - vamos definir aqui comunidade como sendo a rua onde moram, bairro ou mesmo o mesmo clube que frequentam. As pessoas comunicam sobre vagas de emprego, promoções em lojas, receitas de bolo, festa do vizinho, filmes, enfim, trocam informações diariamente, repito, a tempos.

Esse comportamento é repetido na Internet. Por isso, a Classe C é a mais ativa nas Redes Sociais, opinando e deixando seus comentários. O poder econômico da Classe C está levando o seu aumento de consumo e esse comportamento, também está migrando para a web. Em 2009, dos 17 milhões de pessoas que compraram na web, 42% delas foram da Classe C, que não estão comprando livros. Estão comprando eletrodomésticos e eletrônicos, produtos que estão acima dos R$ 1.000,00. Isso se deve ao fato de que a Classe C está se acostumando a comprar, por isso, ainda se sente constrangida em entrar em lojas para comprar um produto em várias vezes e acreditam que comprar na Casas Bahia é “coisa de pobre”; além disso, comprar pela web dá a impressão da pessoa ser “antenada”, o que lhe dá status de liderança na comunidade, e isso é levado muito a sério pelas pessoas: “sou formador de opinião”.

Em resumo, esses comportamentos estão sendo potencializados pela web. Aquelas batidas, mas atuais, frases, que a propaganda boca-a-boca é a melhor propaganda e que se antes uma pessoa influenciava 10 pessoas e hoje influencia mil, são verdadeiras. A Internet está ajudando no consumo da Classe C, está fazendo com que ela se relacione mais com outras pessoas e que possa influenciá-los no consumo.

Hoje, a Classe C também não vive mais sem a Internet, e as classes D-E estão sem transformando em Classe C, ou seja, aumenta o volume de pessoas nessa classe e, consequentemente, aumenta o número de usuários da Internet e o número de e-consumidores.

Não deixe de ver e se aprofundar mais no assunto!

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Lotus Carlton, o Omega super esportivo europeu


O problema da viseira (parte 1: as fontes de informação)

A graduação de computação é certa ou errada? Não sou o primeiro a perguntar isso, nem serei o último. Ela me foi útil, consigo perceber sua influência na minha formação facilmente. Mas sempre faltou algo. É ainda mais fácil perceber o vazio ao terminar o curso.

Durante a graduação, eu fiz coisas que nem todo mundo faz. Aprender tecnologias por fora, criar projetos, só um louco para arranjar tempo entre trabalhos, churrascos e pesquisas. Eu aprendi Delphi, HTML, CSS, JavaScript e PHP por curiosidade, obtive a certificação Zend Certified Engineer, criei softwares por pura vontade de fazer algo que outras pessoas pudessem usar. Eu gostaria que mais alunos seguissem um caminho menos trivial.

Todos querem seguir um caminho diferente? Não, é normal. Eu só acho que todos deveriam vivenciar uma cultura de criação na universidade. De criação de produtos reais. Não estou dizendo para jogar pesquisas científicas fora, longe disso, elas podem ser um grande impulso. Eu só não concordo com pesquisar para no final engavetar.

Faltava para mim o conhecimento de tecnologias novas que estivessem sendo usadas. Eu fui atrás, até hoje faço isso. A universidade não poderia ter me mostrado?

O primeiro passo para despertar essa inquietação é tomar consciência de que você não sairá pronto da graduação. Esse conceito de "pronto" nem deveria existir. Se você também gosta de criar suas coisas e tem interesse em fazer algo útil para as pessoas, então corra atrás. Leia, estude, codifique, converse, conheça pessoas com interesses parecidos. Procure saber se existe um "hora extra" na sua cidade.

Não apresentar algumas tecnologias não é o ponto mais grave, pois é impossível mesmo ter aulas de tudo que estiver sendo usado no mundo da computação. O grande problema em alguns alunos é o que eu vou chamar de "problema da viseira" (do cavalo). Não estou comparando ninguém ao animal, foque na viseira. Muita gente acha que a universidade é suficiente e o que você aprende é o que existe de melhor e mais útil na sua área. Isso limita demais a visão das pessoas, inclusive de pessoas inteligentes e com bastante potencial.

Arranque sua viseira fora e entre no maravilhoso mundo da internet. Parece tolo dizer isso, já que todo estudante de computação conhece a internet. Mas será que é assim mesmo?

A internet hoje é em tempo real, as coisas aparecem e desaparecem rapidamente, não deixe a correnteza passar sem que você pesque alguns peixes. Junte uma base sólida da graduação e o que há de mais novo que ótimos resultados poderão aparecer.

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Seems like it was his first rally...



Hey, wait for me!

Experiência proporcionada ao cliente é o grande desafio do m-commerce

A revolução da telefonia móvel vem causando frisson em vários setores da economia, principalmente naqueles que têm o consumidor final como seu público-alvo. Para as empresas que se utilizam da internet como ferramenta comercial, o grande desafio é oferecer condições ideais - ou seja, com agilidade, facilidade e segurança - para que o acesso do usuário à internet por meio do aparelho celular seja um convite à repetição.

No Brasil, houve crescimento de 40% no comércio eletrônico entre 2009 e 2010, encerrando o ano com faturamento na casa dos 15 bilhões de reais. A tecnologia 3G, que permite acesso à internet via telefone celular atingiu 11% dos aparelhos - que somam mais de 200 milhões.

Para que o m-commerce venha a atingir no Brasil o nível de popularidade já alcançado em países da Ásia, da Europa e da América do Norte, é necessário um investimento relevante em tecnologia por parte das empresas de e-commerce. Afinal, não basta oferecer, no celular, uma versão reduzida do que se oferece no site da empresa.

É preciso desenvolver toda uma linguagem nova com base na experiência do usuário, num gesto de aproximação sem precedentes dos gostos e das preferências daqueles que poderão se interessar por fazer buscas de produtos e por realizar compras a partir de qualquer lugar que tenha sinal de telefonia móvel. Obviamente, todo esse empenho poderá resultar na necessidade de se fazer ajustes e nas modernizações no próprio site da empresa. Mas os resultados devem compensar todo investimento de tempo e dinheiro.

A tecnologia 3G já está sendo implantada na área financeira. Clientes de algumas instituições bancárias vêm sendo estimulados a acessar suas contas pessoais e a fazer operações simples por meio do celular. Apesar de muitas ferramentas estarem em testes, pagar uma conta fazendo uso do telefone móvel também deve oferecer o mesmo nível de segurança de uma transação bancária via internet. Ou ainda mais.

Os dados pessoais do usuário estarão sempre criptografados, podendo ser acessados somente se o cliente digitar sua senha. Trata-se de um procedimento muito parecido com o débito automático. Basta aproximar o celular de um leitor habilitado (POS), conectado a um terminal. As informações são transmitidas pelo telefone através de uma antena de curto alcance, e a informação de pagamento é processada rápida e seguramente.

Estão sendo realizados muitos avanços em termos de protocolos, padrões, infraestrutura e aceitação do conceito m-commerce. A maior preocupação, entretanto, continua sendo os itens memória, bateria e segurança.

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Uma imagem

Ayrton Senna, Lotus John Player Special, 1986 Canadian Grand Prix, Circuit Gilles Villeneuve
Ou ele estava bebendo uma água gelada (já que o líquido de hidratação que estava armazenado no carro ficaria quente, se é que já existia sistema de hidratação para o piloto) ou ele estava vomitando para perder um pouco de peso...

Até onde valem as ações por e-mail marketing?

Entramos no ano de 2011 com a certeza de que a área tecnológica vai dominar ainda mais as ações no mercado e a batalha pela preferência do cliente e pelo consumidor. Porém, um assunto que para muitos é um tanto ultrapassado volta à tona quando percebemos o quanto ele ainda se faz presente no nosso dia a dia: o marketing via e-mail.

De acordo com os dados levantados pela empresa Royal Pingdom, especializada em monitorar o tráfego na internet, no ano passado circularam no mundo mais de 107 trilhões de mensagens via e-mail. O espantoso é que 89% desse total, ou 95,3 trilhões de e-mails, eram indesejados. Ou seja, mais contribuíram para arranhar a imagem da empresa/serviço do que para o aumento de lucro ou de faturamento.

Na outra ponta da corda, no entanto, estão incontáveis empresas que ainda apostam nesse tipo de propaganda como a melhor forma de se comunicar com o seu público ou cliente. Esse número é crescente, e profissionais da área garantem que o e-mail marketing ainda é um dos serviços mais solicitados às agências de publicidade.

O principal problema, porém, é de que forma o cliente pode ser abordado pela chamada mala-direta, já que a cada dia que passa, mais empresas utilizam-se desse artifício.

Coloque-se no lugar do seu cliente ou usuário: como você se sentiria (ou se sente, provavelmente, todos os dias) ao ver dezenas e centenas de e-mails na sua caixa de mensagens, sendo a grande maioria deles com informações inúteis para você, com apenas propaganda mal direcionada?

Esse é um dos maiores erros cometidos pelas empresas que decidem usar e-mail marketing. Simplesmente enviar propaganda, para uma base qualquer de usuários, sem nenhum foco - e, tantas vezes, sem o consentimento do usuário -, é não só ineficaz, mas também ruim para a sua imagem.

Por isso, é extremamente necessário que as ações de e-mail marketing sejam bem embasadas e estruturadas, assim como toda a campanha de marketing digital na qual essa ação está inserida. Um projeto perdido representa prejuízo financeiro e para a imagem da sua empresa. Um e-mail enviado a milhares de pessoas pode valer menos que uma mensagem individualizada a quem você quer realmente alcançar.

Prova disso são os sites de emprego, como Catho e Vagas. Eles deixaram de enviar e-mails às pessoas cadastradas com o título "1.450 empregos em São Paulo" e passaram a utilizar "Fábio (o nome do usuário), temos 15 vagas abertas com seu perfil, na sua região".

Agora me responda: se esses dois e-mails caírem na sua caixa postal, qual deles você abrirá primeiro? O genérico, que não é direcionado a você e que não te interessa, ou o personalizado/individualizado, que poupa tempo, principalmente no processo de busca à informação?

Observe bem como você está projetando suas campanhas e onde elas podem correr o risco de estarem falhas. Com isso, sua empresa passa a focar e a direcionar para alvos corretos e rentáveis na capacitação de clientes.

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Destaques do Geneva Auto Show 2011


Volkswagen Bulli Bus Concept




Bentley Continental ISR




SEAT IBX




Lamborghini Aventador




Mitsubishi's Global Small Car concept




Skoda Vision D concept




Audi A3 sedan concept




Mercedes-Benz SLK-Class




Mercedes-Benz C-Class Coupe




Mini Rocketman concept




Porsche Panamera Hybrid




Ferrari FF




Pagani Huayra




Subaru Rear Wheel Drive Sports Car chassis




Toyota FT-86 II Concept




BMW Vision ConnectedDrive concept




BMW Connect to Drive Features




Alfa Romeo 4C concept




Aston Martin Virage




Morgan Threewheeler




Chevrolet Cruze hatchback




CanAm Spyder Roadster Hybrid




Jaguar XKR-S




Suzuki Swift S Concept


Mark Webber e seu Porsche 911 GT2 RS


Os 10 mandamentos dos sites corporativos

Sempre que uma nova empresa é criada ou quer reformular seu site corporativo, surgem muitas dúvidas de como deixá-lo atrativo e bem elaborado. Confira então os 10 mandamentos para que ele fique funcional e atraente.

1º mandamento: Não deixarás o site pesado.

Mesmo sua empresa tendo uma internet muito boa, seu cliente pode não ter. Ainda existem pessoas que usam internet discada, e um site pesado demora muito para abrir. Isso pode fazer com que potenciais clientes simplesmente desistam de acessá-lo.

2º mandamento: Não poluirás seu site.

Tenha em mente que o chique é ser simples. Um bom site corporativo não tem que ter 10 mil cores diferentes ou 500 efeitos de deixar qualquer um de boca aberta. Bom é aquele que tem poucas cores e faz com que elas sejam harmoniosas, sem agredir os olhos dos internautas. Quanto aos efeitos especiais, use-os com moderação. Tudo o que há em excesso, em vez de ser moderno, pode ser irritante.

3º mandamento: Testará seu site em vários browsers.

Para alguns profissionais de TI, é difícil entender por que ainda existem pessoas que insistem em utilizar o Internet Explorer como browser. Por isso, lembre-se de testar seu site nos principais browsers para ter certeza de que, independentemente do browser utilizado pelo internauta, ele verá o site da forma correta.

4º mandamento: Não deixará seu site uma baderna.

O site é a fachada de sua empresa na internet. Deixá-lo bagunçado é o mesmo que receber um cliente num escritório sujo e desorganizado. A impressão não será boa, e isso pode acarretar no sumiço deles.

5º mandamento: Site não é lugar para brincar de esconde-esconde.

Uma das piores coisas é ficar escondendo links importantes. Quanto mais prático seu site for, mais o cliente irá gostar. As pessoas tendem a não ter muita paciência na internet, pois a associam a algo ágil e prático. Quanto menos cliques, melhor.

6º mandamento: Revisará todo o texto que for publicado.

Os textos de um site devem ser muito bem escritos. Uma vírgula no lugar errado pode fazer com que o cliente entenda erroneamente o que se quis dizer. Tome cuidado também com os erros ortográficos, que são um dos maiores “pecados” que seu site poder ter. Isso transmite claramente uma imagem de descaso e de falta de profissionalismo por parte de sua empresa.

7º mandamento: Responderás os e-mails de contatos feitos pelo site.

Não responder os e-mails que foram enviados pelo site pode lhe trazer alguns problemas. Primeiramente, o cliente poderá acreditar que o site não está funcionando direito e com isso não fazer uma segunda tentativa. Ou, pior ainda, pode acreditar que está havendo um descaso por parte da empresa.

8º mandamento: Não colocarás aquilo que não podes oferecer.

Não pense que quanto mais serviços você colocar em seu site corporativo, mais bonito ele ficará. Se algum cliente entrar em contato solcitando um serviço anunciado no site que a empresa não pode oferecer, o descrédito será total.

9º mandamento: Terás referências.

Atualmente, as pessoas sempre procuram referências antes de comprar ou de solicitar qualquer tipo de serviço. Por isso, é interessante ter uma página na qual se apresente clientes satisfeitos. Colha depoimentos e os publique com autorização dos clientes.

10º mandamento: Integrará seu site com mídias sociais.

As mídias sociais farão o papel de “outdoor eletrônico” para sua empresa, enquanto o site será sua sede. A boa integração entre ambos é sempre importante, pois a partir das mídias sociais você atrairá novos clientes e manterá os atuais sempre atualizados.

Por fim, procure uma boa empresa para criar e para atualizar seu site corporativo. Profissionais “quebra-galho” não darão conta do recado. Lembre-se da importância que um site tem para o seu negócio.

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