rFactor - Prototype C – WM Peugeot P86 at Le Mans - Preview Video
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Publicado: sexta-feira, 28 de janeiro de 2011 às 08:00
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The illuminated tyre from Goodyear. Saab vs. Bright Ideas.

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Publicado: quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 às 17:29
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Henry Catchpole drives Dakar Volkswagen Race Touareg 3 in the snow!
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Publicado: quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 às 12:26
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Idiota destruindo Corvette com um burnout!
Publicado: quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 às 08:10
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Tienes que subirte al nuevo Nissan Tiida!
Publicado: quarta-feira, 26 de janeiro de 2011 às 17:24
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Há um Mark Zuckerberg na sua empresa? Saiba como identificá-lo
Nenhum fenômeno de bilheteria lançado em 2010 conseguiu surpreender tanto quanto A rede social. Ancorado na popularidade do Facebook, o filme oferece como maior atrativo contar a história de Mark Zuckerberg - o mais jovem bilionário no ranking da revista Forbes.
Aos 20 e poucos anos, Zuckerberg apresenta, no limite como apresentado no filme, as virtudes e os vícios dos jovens inteligentes, impetuosos e ambiciosos da era digital.
Seria uma particularidade dos cerca de 73 milhões de pessoas entre 20 e 30 e poucos anos denominada de Geração Y? Não mesmo! A história é pródiga em exemplos de jovens extraordinários e que mudaram o mundo.
Talvez o fato novo seja que jovens, como o criador da mais popular rede de relacionamento, estejam revolucionando o mundo dos negócios. Aliás, estão criando o mundo dos novos negócios e novos mercados.
Um fenômeno da Era Digital? Em grande parte sim. A Era Digital, com suas possibilidades quase ilimitadas, acende a fogueira da curiosidade (e das vaidades, claro) além da tentação de testar limites, algo inerente aos jovens.
Uma conseqüência é o pânico dos jovens que nasceram na transição analógico-digital (Geração X) e os nascidos na era analógica (Baby Bommers) em gerenciar o que é ingerenciável (como pais ou como gerentes): paixões! E um mundo de possibilidades nunca antes imaginadas.
Uma característica dessa realidade, ao mesmo tempo instigante e deletéria, é a velocidade, a urgência e ansiedade gerada pela sensação de obsolescência.
A inovação de ontem será ultrapassada amanhã. A abundância, e não a escassez de recursos, informações e de possibilidades se torna um problema. E gera culpa, nunca mitigada, numa geração quase sem culpa. Não mais a dicotomia: capitalismo ou socialismo? Só a urgência: ser feliz aqui e agora! (sem as questões filosóficas que "ser feliz" pode suscitar).
Quem, além da geração Y, está mais adaptado a um mundo em que a única certeza é a mudança contínua e vertiginosa?
Quem, senão um Y, exposto a dispositivos digitais desde a infância, pode lidar, com invejável desenvoltura, com as novas tecnologias, incluindo a grande capacidade de navegar e explorar a Internet de forma intuitiva?
O que resta ao menos adaptados, os X, os baby bommers e aos que vieram antes, senão criar as condições para que os da Geração Y façam o que sabem fazer melhor?
Vivendo nas redes sociais, os Y estão mais propensos em confiar naquilo que se espalha no marketing viral do boca a boca do que na publicidade tradicional. Por isso se adaptam facilmente a rotinas de trabalho mais colaborativos e desenvolvidos em equipe.
Sim, nessa turma a cooperação e individualismo coexistem. Deles, não espere reuniões monótonas, impositivas e prepare-se para uma apaixonada defesa de pontos de vista e um desconcertante pragmatismo.
Porque tudo lhes parece fácil e simples, e porque estão conectados com muitas pessoas e muitas informações simultaneamente, podem perder o foco e, não obstante a criatividade, podem não transformar as ideias em inovações ou produtos e serviços úteis.
E é aí que pessoas de gerações anteriores podem ser eficazes: como mentores ou coaches dos Y. Mas esqueça os estilos gerenciais que fizeram as gigantes empresas da era industrial o que foram décadas atrás.
A autoridade que aceitam é aquela advinda da competência técnica e da reputação de quem pretende comandá-los. E sabem distinguir autoridade de autoritarismo que rejeitam. Para eles, ordem e progresso não andam juntos. Progresso, sim; ordem, nem tanto.
Quer que um Y seja produtivo? Ele será, se o gerente aprender a negociar o resultado esperado. A Geração Y gosta de "trocar": trocar ideias, trocar coisas, trocar resultados e comprometimento por um trabalho com significado, desafio, aprendizagem, liderança inspiradora, ambiente de trabalho agradável e divertido.
A Geração Y gosta de lugares e pessoas divertidas. Aliás, está ensinando às gerações precedentes que o trabalho pode e deve ser divertido. Expressões como IFT (índice de felicidade no trabalho) e FIB (felicidade interna bruta) fazem parte do léxico corporativo.
Mas é esse o habitat de um Mark Zuckerberg? Pode haver um Zuckerberg na sua empresa?
É quase certo que não. Se há outros - e deve haver - ele provavelmente deve estar criando mais uma nova empresa por aí. Está criando um novo mercado (e você ainda vai comprar dele algo que ainda nem sabe que precisa).
Ele talvez até já tenha passado por sua empresa e você não reparou. Talvez seja aquele jovem cheio de ideias que ninguém levava muito sério e para quem os gerentes não tinham tempo nem paciência. Ou aquele empregado-problema, rebelde, irritante, insubordinado, que não cumpria horário, estourava prazos, orçamentos e só fazia perguntas quando você queria respostas.
É quase certo que você quisesse reter um Mark Zuckerberg se ele tivesse as virtudes do gênio que ele é, mas não vícios do homem açoitado por paixões e interesses nem tão virtuosos assim (pelo que se acompanha pelo filme). Mas aí ele não seria a personalidade do ano. Seria?
Na dúvida, melhor dialogar com os Y que habitam sua empresa. Quer saber o que pensam? Pergunte a eles o que querem, pensam e sentem. Exatamente como faz com os seus clientes especiais.
Quem sabe você não descobre em um Y de seu time de talentos com potencial de um Mark Zuckerberg?
iMasters
Aos 20 e poucos anos, Zuckerberg apresenta, no limite como apresentado no filme, as virtudes e os vícios dos jovens inteligentes, impetuosos e ambiciosos da era digital.
Seria uma particularidade dos cerca de 73 milhões de pessoas entre 20 e 30 e poucos anos denominada de Geração Y? Não mesmo! A história é pródiga em exemplos de jovens extraordinários e que mudaram o mundo.
Talvez o fato novo seja que jovens, como o criador da mais popular rede de relacionamento, estejam revolucionando o mundo dos negócios. Aliás, estão criando o mundo dos novos negócios e novos mercados.
Um fenômeno da Era Digital? Em grande parte sim. A Era Digital, com suas possibilidades quase ilimitadas, acende a fogueira da curiosidade (e das vaidades, claro) além da tentação de testar limites, algo inerente aos jovens.
Uma conseqüência é o pânico dos jovens que nasceram na transição analógico-digital (Geração X) e os nascidos na era analógica (Baby Bommers) em gerenciar o que é ingerenciável (como pais ou como gerentes): paixões! E um mundo de possibilidades nunca antes imaginadas.
Uma característica dessa realidade, ao mesmo tempo instigante e deletéria, é a velocidade, a urgência e ansiedade gerada pela sensação de obsolescência.
A inovação de ontem será ultrapassada amanhã. A abundância, e não a escassez de recursos, informações e de possibilidades se torna um problema. E gera culpa, nunca mitigada, numa geração quase sem culpa. Não mais a dicotomia: capitalismo ou socialismo? Só a urgência: ser feliz aqui e agora! (sem as questões filosóficas que "ser feliz" pode suscitar).
Quem, além da geração Y, está mais adaptado a um mundo em que a única certeza é a mudança contínua e vertiginosa?
Quem, senão um Y, exposto a dispositivos digitais desde a infância, pode lidar, com invejável desenvoltura, com as novas tecnologias, incluindo a grande capacidade de navegar e explorar a Internet de forma intuitiva?
O que resta ao menos adaptados, os X, os baby bommers e aos que vieram antes, senão criar as condições para que os da Geração Y façam o que sabem fazer melhor?
Vivendo nas redes sociais, os Y estão mais propensos em confiar naquilo que se espalha no marketing viral do boca a boca do que na publicidade tradicional. Por isso se adaptam facilmente a rotinas de trabalho mais colaborativos e desenvolvidos em equipe.
Sim, nessa turma a cooperação e individualismo coexistem. Deles, não espere reuniões monótonas, impositivas e prepare-se para uma apaixonada defesa de pontos de vista e um desconcertante pragmatismo.
Porque tudo lhes parece fácil e simples, e porque estão conectados com muitas pessoas e muitas informações simultaneamente, podem perder o foco e, não obstante a criatividade, podem não transformar as ideias em inovações ou produtos e serviços úteis.
E é aí que pessoas de gerações anteriores podem ser eficazes: como mentores ou coaches dos Y. Mas esqueça os estilos gerenciais que fizeram as gigantes empresas da era industrial o que foram décadas atrás.
A autoridade que aceitam é aquela advinda da competência técnica e da reputação de quem pretende comandá-los. E sabem distinguir autoridade de autoritarismo que rejeitam. Para eles, ordem e progresso não andam juntos. Progresso, sim; ordem, nem tanto.
Quer que um Y seja produtivo? Ele será, se o gerente aprender a negociar o resultado esperado. A Geração Y gosta de "trocar": trocar ideias, trocar coisas, trocar resultados e comprometimento por um trabalho com significado, desafio, aprendizagem, liderança inspiradora, ambiente de trabalho agradável e divertido.
A Geração Y gosta de lugares e pessoas divertidas. Aliás, está ensinando às gerações precedentes que o trabalho pode e deve ser divertido. Expressões como IFT (índice de felicidade no trabalho) e FIB (felicidade interna bruta) fazem parte do léxico corporativo.
Mas é esse o habitat de um Mark Zuckerberg? Pode haver um Zuckerberg na sua empresa?
É quase certo que não. Se há outros - e deve haver - ele provavelmente deve estar criando mais uma nova empresa por aí. Está criando um novo mercado (e você ainda vai comprar dele algo que ainda nem sabe que precisa).
Ele talvez até já tenha passado por sua empresa e você não reparou. Talvez seja aquele jovem cheio de ideias que ninguém levava muito sério e para quem os gerentes não tinham tempo nem paciência. Ou aquele empregado-problema, rebelde, irritante, insubordinado, que não cumpria horário, estourava prazos, orçamentos e só fazia perguntas quando você queria respostas.
É quase certo que você quisesse reter um Mark Zuckerberg se ele tivesse as virtudes do gênio que ele é, mas não vícios do homem açoitado por paixões e interesses nem tão virtuosos assim (pelo que se acompanha pelo filme). Mas aí ele não seria a personalidade do ano. Seria?
Na dúvida, melhor dialogar com os Y que habitam sua empresa. Quer saber o que pensam? Pergunte a eles o que querem, pensam e sentem. Exatamente como faz com os seus clientes especiais.
Quem sabe você não descobre em um Y de seu time de talentos com potencial de um Mark Zuckerberg?
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Publicado: quarta-feira, 26 de janeiro de 2011 às 12:26
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A História do Automobilismo Brasileiro em DVD

São R$ 59,90 mais frete para assistir a mais de quatro horas de entrevistas, imagens de época e histórias que construíram o legado do esporte a motor no Brasil.
Para efetuar a compra, vá à loja virtual da revista Classic Show, clicando aqui.
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Publicado: quarta-feira, 26 de janeiro de 2011 às 07:24
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Rápido, o que é Brasinca? Você errou.

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Publicado: terça-feira, 25 de janeiro de 2011 às 17:36
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As redes sociais vendem?
As redes sociais podem ser uma boa ferramenta de marketing para uma empresa. E o que você pensa ao ler a pergunta "as redes sociais vendem?".
Você pode questionar, e dizer que o foco das redes sociais não é a venda e sim a comunicação (interação) com o os clientes e potenciais clientes do seu negócio. Essa é uma questão na qual concordo totalmente e tenho obtido ótimos resultados com essa forma de trabalho.
Mas, elas vendem ou não?
As redes sociais podem ser usadas de diversas maneiras por empresas, sites, blogs e por pessoas que não têm um objetivo "comercial" envolvido.
01. Empresas
Podem ter como objetivo o atendimento rápido aos seus clientes e o monitoramento das suas marcas com o intuito de antecipar alguns fatos indesejáveis. Pode também servir de termômetro pra avaliar como sua marca/produto está posicionado e sendo vista pelo mercado. Além disso, as redes sociais podem ser usadas para interagir com o seu público alvo, realizar promoções, concursos, sorteios e discussões onde o tema esteja relacionado a um assunto que esteja ligado a sua empresa ou em qualquer outra forma de interação.
02. Sites e blogs de conteúdo
Já os sites e blogs de conteúdo possuem pontos que se assemelham aos objetivos das empresas, diferenciando no fato que o produto "vendido" é o conteúdo gerado (artigos, post, vídeos...). E assim como um produto físico ou uma prestação de serviço, esse conteúdo deve ser de qualidade e diferenciará um site/blog bom de um ruim. A interação com o público também é fundamental para avaliar o nível desse conteúdo.
03. Público em geral
As pessoas, diferentemente das empresas, site ou blogs têm diversos objetivos ao usar as redes sociais, podendo ser para descontrair, passar o tempo, divertir, conversar com os amigos, fazer network e muitas outras coisas que variam de acordo com o tempo disponível de cada ou da criatividade para uso dessas plataformas.
Agora você deve estar se perguntando por que o título desse artigo é: as redes sociais vendem? E não algo como: A importância da interação nas redes sociais.
Saiba que fiz essa introdução para responder. Para empresas, sites, blogs ou público em geral as redes sociais vendem, mas não da forma direta, elas ocorrem de forma indireta. Logo abaixo mostrarei como cada um vende o que tem a oferecer nessa ambiente social.
Como é com as empresas?
As empresas vendem seus produtos de várias formas. A partir do momento que você começa interagir com seus seguidores, oferecer conteúdo significante e que os direcionem para seu site ou que fortaleçam sua empresa. Também funciona quando você cria novidades que vão gerar mais visualização da sua marca, seja com vários RT no twitter, pelo compartilhamento de informações, pelo botão curtir no Facebook ou em discussões nas comunidades no Orkut.
As vendas são apenas consequências da interação da sua empresa/marca com o seu público. Tenho obtido resultados bastante favoráveis com as redes Facebook, Twitter e Orkut, e vendido muito apenas conversando com o público.
Várias vezes me deparei com vendas provenientes dessas redes, sem mesmo precisar ter contato direto com o comprador, visto nos relatórios do Google Analytics (ferramenta gratuita que permite análises do seu site). Em outros casos, tivemos vendas onde o seu início começou nessas plataformas, mas, depois continuamos por outros meios (e-mail, telefone, chat...)
E com os sites e blogs?
Da mesma forma que as empresas, precisam interagir com o público, mas o foco não é a venda de produtos e sim de publicidade ou outros meios que o rentabilize. O ponto principal é angariar visitantes para render as opções de publicidade que é utilizado ali, seja ela por meio de programa de afiliados ou por venda de pacotes publicitários para empresas.
Assim, da mesma forma que uma empresa, seu site terá que estar sempre em contato com seu nicho e gerando conteúdo de qualidade. Na verdade a primeira coisa que você terá que vender é o seu conteúdo, o título nesse ponto é de fundamental importância, pois é a porta de entrada para o conteúdo.
Até aí tudo bem. Mas e uma pessoa, o que ela venderia?
Com essas mudanças na internet e devido à grande influência da web 2.0 as empresas estão contratando e analisando as pessoas nas redes sociais. É dessa forma que pessoas também "vendem" a sua marca pessoal (marketing pessoal) para as outras pessoas e empresas. Uma rede social muito usada para esse fim é o Linkedin.
Se você já está empregado ou não está à procura de um emprego, fica a dica: continue vendendo sua marca pessoal e fique atento ao que fala nas redes. Há casos de demissões por causa de comentários inadequados deixados na web, e até outras não foram contratadas por participarem de determinadas comunidades no Orkut. Eu não gostaria de contratar uma pessoa que participa da comunidade "Eu sou muito preguiçoso", e você?
iMasters
Você pode questionar, e dizer que o foco das redes sociais não é a venda e sim a comunicação (interação) com o os clientes e potenciais clientes do seu negócio. Essa é uma questão na qual concordo totalmente e tenho obtido ótimos resultados com essa forma de trabalho.
Mas, elas vendem ou não?
As redes sociais podem ser usadas de diversas maneiras por empresas, sites, blogs e por pessoas que não têm um objetivo "comercial" envolvido.
01. Empresas
Podem ter como objetivo o atendimento rápido aos seus clientes e o monitoramento das suas marcas com o intuito de antecipar alguns fatos indesejáveis. Pode também servir de termômetro pra avaliar como sua marca/produto está posicionado e sendo vista pelo mercado. Além disso, as redes sociais podem ser usadas para interagir com o seu público alvo, realizar promoções, concursos, sorteios e discussões onde o tema esteja relacionado a um assunto que esteja ligado a sua empresa ou em qualquer outra forma de interação.
02. Sites e blogs de conteúdo
Já os sites e blogs de conteúdo possuem pontos que se assemelham aos objetivos das empresas, diferenciando no fato que o produto "vendido" é o conteúdo gerado (artigos, post, vídeos...). E assim como um produto físico ou uma prestação de serviço, esse conteúdo deve ser de qualidade e diferenciará um site/blog bom de um ruim. A interação com o público também é fundamental para avaliar o nível desse conteúdo.
03. Público em geral
As pessoas, diferentemente das empresas, site ou blogs têm diversos objetivos ao usar as redes sociais, podendo ser para descontrair, passar o tempo, divertir, conversar com os amigos, fazer network e muitas outras coisas que variam de acordo com o tempo disponível de cada ou da criatividade para uso dessas plataformas.
Agora você deve estar se perguntando por que o título desse artigo é: as redes sociais vendem? E não algo como: A importância da interação nas redes sociais.
Saiba que fiz essa introdução para responder. Para empresas, sites, blogs ou público em geral as redes sociais vendem, mas não da forma direta, elas ocorrem de forma indireta. Logo abaixo mostrarei como cada um vende o que tem a oferecer nessa ambiente social.
Como é com as empresas?
As empresas vendem seus produtos de várias formas. A partir do momento que você começa interagir com seus seguidores, oferecer conteúdo significante e que os direcionem para seu site ou que fortaleçam sua empresa. Também funciona quando você cria novidades que vão gerar mais visualização da sua marca, seja com vários RT no twitter, pelo compartilhamento de informações, pelo botão curtir no Facebook ou em discussões nas comunidades no Orkut.
As vendas são apenas consequências da interação da sua empresa/marca com o seu público. Tenho obtido resultados bastante favoráveis com as redes Facebook, Twitter e Orkut, e vendido muito apenas conversando com o público.
Várias vezes me deparei com vendas provenientes dessas redes, sem mesmo precisar ter contato direto com o comprador, visto nos relatórios do Google Analytics (ferramenta gratuita que permite análises do seu site). Em outros casos, tivemos vendas onde o seu início começou nessas plataformas, mas, depois continuamos por outros meios (e-mail, telefone, chat...)
E com os sites e blogs?
Da mesma forma que as empresas, precisam interagir com o público, mas o foco não é a venda de produtos e sim de publicidade ou outros meios que o rentabilize. O ponto principal é angariar visitantes para render as opções de publicidade que é utilizado ali, seja ela por meio de programa de afiliados ou por venda de pacotes publicitários para empresas.
Assim, da mesma forma que uma empresa, seu site terá que estar sempre em contato com seu nicho e gerando conteúdo de qualidade. Na verdade a primeira coisa que você terá que vender é o seu conteúdo, o título nesse ponto é de fundamental importância, pois é a porta de entrada para o conteúdo.
Até aí tudo bem. Mas e uma pessoa, o que ela venderia?
Com essas mudanças na internet e devido à grande influência da web 2.0 as empresas estão contratando e analisando as pessoas nas redes sociais. É dessa forma que pessoas também "vendem" a sua marca pessoal (marketing pessoal) para as outras pessoas e empresas. Uma rede social muito usada para esse fim é o Linkedin.
Se você já está empregado ou não está à procura de um emprego, fica a dica: continue vendendo sua marca pessoal e fique atento ao que fala nas redes. Há casos de demissões por causa de comentários inadequados deixados na web, e até outras não foram contratadas por participarem de determinadas comunidades no Orkut. Eu não gostaria de contratar uma pessoa que participa da comunidade "Eu sou muito preguiçoso", e você?
iMasters
Publicado: terça-feira, 25 de janeiro de 2011 às 12:16
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Publicado: terça-feira, 25 de janeiro de 2011 às 07:39
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Nuevo Volkswagen Gol. Comienza tu viaje.
Publicado: segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 às 17:21
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Richard Hammond drives Marcos TSO GT
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Top Gear,
Top Gear UK
Publicado: segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 às 12:26
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