Tentou trapacear na corrida com obstáculos e se deu mal...


1978 Ford Courier. A tough way to go truckin'...


Carros movidos à pilha? ARGH!

Tenho pesadelos com o dia em que serei obrigado a comparecer em uma concessionária e escolher um carro elét..., quer dizer, movido à pilha, e os outros ficarem pensando: "nossa, o Julio se preocupa com o meio ambiente, ele anda em um carro sustentável".

CONVERSA FIADA!

Você já parou para pensar quantas toneladas de lítio foram e são extraídas para construir as "pilhas" desses carros elétricos? E outra, quantas usinas termelétricas, hidrelétricas e eólicas serão precisas para suprir a demanda adicional de energia elétrica para carregar as baterias desses carros?

Como os motores elétricos não emitem ruídos, é necessário que o carro faça barulho de outra forma. Uma alternativa foi produzida: você coloca um arquivo de áudio, seja em MP3 ou outro formato. Aí você pode ter um som do tipo de motor que quiser. Que prático, não?

Mas, caso eu tenha preguiça ou má vontade de fazer isso, o vendedor me passa as opções de "barulho" que eu queira que o meu carro emita. "Temos várias opções: V6, V8, V10, V12, Honda Mugen quatro cilindros preparado... quer ouvir alguns para facilitar sua escolha?".

Imagine a cena: um carro do tamanho de um Tata Nano emitindo o som ensurdecedor de um Ferrari 599 GTO! Seria bizarro, não?

Não me conformo com o fato que, atualmente, um fanático por carro é tratado como um discípulo do diabo. Tudo por causa dessa "onda verde" que as fábricas de automóveis foram obrigadas a entrar, só porque os "ecochatos" vêem qualquer alteraçãozinha repentina de temperatura e precisam escolher alguém para pôr a culpa.

Desta vez, escolheram os carros, que não representam nem 10% da poluição do planeta. Talvez as vacas poluam mais, mas elas não tem culpa, e os carros também não. Mas já pararam para pensar nas usinas termelétricas, principalmente as americanas, que são 75% da poluição mundial? Mas é claro que os ecochatos não vão se confrontar com eles, vão perder a briga. Bater em um gato esgualepado é fácil, quero ver encostar em um leão faminto. O mínimo que vai acontecer é ele engolir seu braço.

As montadoras são obrigadas a entrar "na moda" e criar uma estratégia de marketing para, no momento que chegar uma pessoa e perguntar "ei, o que você está fazendo para o bem do nosso meio ambiente, hein?", a fábrica já tenha a resposta, no formato de um veículo. Essa pessoa deve achar emocionante pilotar um carro desses sem barulho...

ORA ESSA! O planeta Terra já passou por problemas bem piores durante sua formação. Derramamentos de lavas vulcânicas e chuvas torrenciais que demoravam dezenas de milhares de anos, para o mundo se transformar nisso que conhecemos hoje. Ah, mas as geleiras estão derretendo! Certo, agora, no verão. Mas, e no inverno? Elas se formam novamente, não? Além disso, as maiores catástrofes metereológicas já registradas aconteceram durante o século XIX e na primeira metade do século XX, época em que os carros existiam em uma pequeníssima quantidade.

Para aqueles que acham que os carros elétricos são a salvação do planeta, sugiro lerem o texto deste link.

Pensando bem, eu até abro exceções para os veículos elétricos: ônibus, utilitários de carga e transporte, táxis, transporte público, veículos urbanos... enfim, veículos que são usados constantemente. Assim, quem sabe, o "equilíbrio da balança" entre a diminuição da poluição e a demanda de energia elétrica se concretize.

Sou um petrolhead, mas também posso pensar em alternativas para o bem de todos, desde que não mexam em meus carros favoritos, os supercarros.

Revista Vogue russa traz propaganda em vídeo


A ideia de colocar anúncios com vídeos em páginas de revista chegou aos leitores da Revista Vogue Rússia. A ação colocou uma propaganda em vídeo com a italiana Monica Belluci.

A iniciativa, que aconteceu pela primeira vez no mercado europeu, é um anúncio da Martini, usando a tecnologia "vídeo in print", da Americhip. Nas páginas, uma tela plana de cristal líquida e um micro alto-falante deram base para a proposta.

"A propaganda terá página dupla com um vídeo publicitário que começa a tocar assim que a página é virada", explicou o representante do grupo Condé Nast, Evguenia Belduguina.

Chevy Luv introduces the longest cargo box of any economy-size pickup. Now there's more to luv than ever.

Chevy Trucks. Built to stay tough.

Uma imagem

A trajetória do nome "Lotus" em gráfico
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Review de CD - The Wörld is Yours - Motörhead

A lendária banda inglesa Motörhead já entrou há bastante tempo naquele seleto grupo que você já sabe de antemão o que vai escutar em um novo álbum. Em relação ao Motörhead, você sabe que nunca se decepcionará, e nunca vai comprar um álbum onde a banda fuja do seu estilo visceral de tocar rock. E o novo trabalho do grupo, The Wörld is Yours, claro, vem para comprovar isso, trazendo um rock n' roll sem frescuras, tocado de uma maneira empolgante e honesta que somente o trio Ian "Lemmy" Kilmister, Phil Campbell e Mikkey Dee consegue fazer atualmente.

Seu novo trabalho foi lançado em 14 de dezembro de 2010 de uma maneira inédita, em parceria com a publicação inglesa Classic Rock, e em 17 de janeiro de 2011, o álbum terá seu lançamento mundial, pelo próprio selo da banda, Motörhead Music.

The Wörld is Yours abre com a energética faixa Born to Lose, com uma letra pessimista ou realista, dependendo da visão particular do ouvinte. O trio de músicos já logo de cara mostram que estão afiados em seus instrumentos, e Lemmy claro, continua cantando com sua voz característica.

A segunda faixa. I Know How to Die, começa detonando, com um riff muito bacana de guitarra e com Lemmy já vociferando frases como “If I could find the cure I wouldn’t have to cry, I know the law I know how to die". Os solos de Phil Campbell nesta faixa são velozes e empolgantes, como sempre.

Get Back In Line, a terceira faixa, continua mostrando que em The Wörld is Yours não há mesmo espaço para modinhas imbecis: rock direto, com uma letra que fará muitos cristãos pelo mundo continuar detestando o Motörhead, por conta de Lemmy afirmar em uma das partes da canção que “Now we are only slaves, already in our graves, and if you think that Jesus saves, get back in line.”

Guiada por um riff que só mesmo Phil Campbell sabe fazer, a quarta faixa Devils In My Head mantém o mesmo clima roqueiro das faixas anteriores. Na metade da canção há um solo majestoso de guitarra, mas tudo dentro do padrão qualidade de Phil Campbell, ou seja, nada de exibições idiotas ou um solo longo e chato, tudo aqui é rápido, direto, da maneira que todo solo de guitarra deveria ser.

A quinta faixa, intitulada Rock 'n' Roll Music, traz uma sonoridade mais cadenciada, mas não menos empolgante do que as demais canções do álbum. Na letra Lemmy literalmente declara uma verdade que eu também compartilho com o mestre: “Rock n roll music is my religion; I don’t need no miracle vision. I don’t need no indecision.”

Iniciada com um riff monstruoso capaz de fazer até mesmo os mortos levantarem de suas tumbas para agitar, a sexta faixa Waiting for the Snake é mais um rock n´roll clássico, do tipo que só o Motörhead tem coragem ou capacidade de fazer. Teclados? Partes orquestradas? Corais de vozes no refrão? Aqui não há espaço para isso! Rock cru e direto da maneira que ele nasceu, e da forma como ele deveria ser para sempre. Amém!

E Phil Campbell continua despejando riffs fabulosos em nossos ouvidos com a sétima faixa, Brotherhood of Man. Lemmy desta vez canta de uma forma mais gutural, o que deixa a sonoridade desta canção ainda mais pesada.

A oitava faixa, Outlaw, é mais uma daquelas canções diretas ao ponto do Motörhead, com Lemmy soltando frases de efeito como “Live or die, stand or run, shoot ‘em down, smoking gun”. Esta canção é claramente uma referência aos filmes do gênero Western que Lemmy tanto adora. Destaque para o refrão bacana e para o solo de guitarra do sempre competente Phil Campbell.

I Know What You Need, a nona faixa do álbum, já começa com Lemmy cantando sua letra, sem introdução ou firulas: é rock direto na sua cara, sem dó nem piedade! Lemmy diz na canção “I know what you are, I know what you need”.

A última e décima faixa do álbum é intitulada Bye Bye Bitch Bye Bye, e é uma daquelas canções que Lemmy escreveu falando sobre alguma de suas “relações amorosas”. É engraçado que quando o mesmo tema é tratado por algumas bandas, como o Whitesnake, tudo é melancólico e meloso, enquanto que, no Motörhead, tudo é feito de uma maneira divertida, com uma sonoridade pesada e rápida.

Formação:

Ian "Lemmy" Kilmister – baixo, vocais
Phil Campbell – guitarra
Mikkey Dee – bateria

Tracklist:
1. Born to Lose 4:01
2. I Know How to Die 3:19
3. Get Back In Line 3:35
4. Devils In My Head 4:21
5. Rock 'n' Roll Music 4:25
6. Waiting for the Snake 3:41
7. Brotherhood of Man 5:15
8. Outlaw 3:30
9. I Know What You Need 2:58
10. Bye Bye Bitch Bye Bye 4:04
Tempo total: 39:15

Whiplash

See what people will do for a Hublot.

F1 King Power, the official watch of Formula 1. Bernie Ecclestone, 25 November 2010. Hublot condemns all forms of violence and racism.
Bernie Ecclestone acabou de provar que pode transformar uma atitude de violência, mesmo contra ele mesmo, em uma oportunidade comercial. O CEO da Fórmula 1 foi agredido em Londres no final de novembro, quando seu olho direito ficou com um enorme hematoma.

Mesmo debilitado, ele ainda encontrou uma chance para arranjar dinheiro com isso. Posou para uma agência de propaganda, que fez uma peça publicitária para a marca suiça de relógios de pulso Hublot, com os seguintes dizeres: "Veja o que as pessoas fariam por um Hublot".

Os anúncios foram publicados no Financial Times e no International Herald Tribune. O piloto indiano Karun Chandhok, quando ficou sabendo do anúncio, chamou Bernie de "Mr. E".

1915 van Blerck Special Speedster


Um veículo único foi encontrado no eBay para ser vendido: é um 1915 van Blerck Special Speedster. Como se não bastasse o fato do carro ser quase centenário, ele foi produzido a partir de um chassi de caminhão de bombeiros, possui um sistema de tração baseado em correntes, e o motor possui 17 litros de capacidade cúbica, em apenas seis cilindros, e cada um dos cilindros possui três velas de ignição!

O carro possui 5,48 metros de comprimento e 1,82 metros de largura, e pode atingir 160 Km/h de velocidade, graças aos 200 CV de potência do enorme motor. O veículo está à venda por 199 mil dólares, e o vendedor se diz aberto a negociações.


Uma imagem

Renault revela o R30 com uma releitura da pintura clássica do Lotus John Player Special
BEAUTIFUL!

Aquatred. Porque nem todos os dias faz sol.

Aquatred. O pneu à prova d'água.

E-Commerce: SAC como sintoma

O atendimento ao cliente tem sido escolhido como alvo de investimentos, principalmente para impedir a fuga de clientes - objetivo importante num momento em que as expectativas de expansão do mercado são bem mais modestas do que em anos anteriores.

Nesnse sentido, discute-se muito as funções que o SAC deve desempenhar e as ferramentas de apoio necessárias. Um dos métodos mais adequados para evoluir nesse tema é analisar a frequência das diversas ocorrências que são atualmente atendidas pelo SAC, identificar as informações necessárias para atendê-las e o que as têm originado.

Mais de 80% das ocorrências referem-se a seis categorias de problemas em ordem de importância: a entrega da mercadoria, a devolução da mercadoria pelo cliente, a confirmação de dados do cliente para evitar fraude, o cancelamento da venda, as dúvidas sobre como comprar, sobre produtos e sobre meios de pagamento.

Entrega da mercadoria: 36% das ocorrências

Toda venda no e-commerce implica o compromisso de, pelo menos, uma entrega numa data, local e embalagem escolhidos pelo cliente no momento da compra.

Perto de 15% das ligações do cliente para o SAC são devidas aos atrasos de entrega da mercadoria. Tais atrasos são devidos à venda efetuada sem o estoque correspondente, aos gargalos do atendimento físico no armazém e à impontualidade da transportadora.

Como o pagamento é antecipado, o cliente tem o direito de saber o estado de atendimento do seu pedido: recebimento, pagamento efetuado, em atendimento físico, embarcado etc. Essa ansiedade é tão grande que responde por cerca de 13% do total de ocorrências no SAC.

O rastreamento do pedido em seu processo integral de atendimento exige que todos os eventos relevantes sejam processados por um workflow e devidamente comunicados tanto diretamente ao cliente quanto à loja virtual. Tais eventos são resultantes de processos na Análise de Risco, no Gateway de Pagamento, no armazém e no transporte.

Há problemas de entrega que transcendem a transportadora: o cliente não menciona o endereço correto, a pessoa habilitada a receber está ausente no momento da entrega ou simplesmente há recusa em receber. Tais casos recebem a denominação de insucessos de entrega e correspondem a cerca de 2% do total das ocorrências.

Devoluções: 16% das ocorrências

As devoluções, em sua maioria, são causadas por defeitos do fabricante, por avaria no transporte, por atraso na entrega, por item trocado. Tais motivos correspondem a 8% das ocorrências totais. Salvo defeito do fabricante, as demais razões prendem-se à logística.

Quase todos os sites têm como regra somente liberarem o crédito ou a troca a partir do recebimento e da validação da mercadoria devolvida pelo cliente. Trata-se de um processo longo correspondente, no mínimo, a três vezes o transit time. Isso implica na necessidade de informar ao cliente todos os eventos relativos a sua devolução, o que chamamos de rastreamento da reversa. Se são raros os sites que rastreiam as entregas, contam-se nos dedos de uma mão os que conseguem rastrear a reversa.

Indagações sobre o estado das devoluções correspondem a 6% do total das ocorrências. Pela lei do consumidor, o cliente tem o direito de devolver a mercadoria até 7 dias corridos da data de entrega não importa o motivo, além disso, o site é obrigado a retirar a mercadoria e, em casos excepcionais, a postagem é feita pelo cliente às expensas do site. Todavia, as devoluções por arrependimento correspondem a menos de 2% do total das ocorrências.

Dúvidas: 10% das ocorrências

Os clientes fazem uso do SAC para tirar dúvidas sobre produtos, sobre como navegar no site e meios de pagamento. Além disso, com a expansão do mercado, há muitos clientes iniciantes que se sentem inseguros em comprar.

Em tese, o site deveria ser claro o suficiente para informar o cliente, porém a navegabilidade e a clareza ainda são pesados desafios para os projetistas.

Análise de Risco: 8% do total

Dos pedidos fechados no site, em média, mais de 60% não são faturados. Uma das razões se deve à Análise de Risco, os pedidos duvidosos forçam um contato com o cliente para validação de dados. Embora sejam ocorrências originadas pela própria loja, elas correspondem a 7% do total.

Cancelamento do pedido: 5% do total

O cancelamento do pedido difere da devolução pelo fato de a mercadoria não ter sido recebida pelo cliente.

Para que o cancelamento seja efetuado, é necessário que o sistema saiba o estágio do atendimento em que ele se encontra e, ainda, para cada estágio, há atividades especificas a serem realizadas.

A maioria das ocorrências de cancelamento são devidas à desistência de compra, as demais devem-se à alteração do meio de pagamento e ao atraso na entrega.

Conclusão

Com exceção de desistência de compra, a grande maioria das ocorrências que lotam o SAC são decorrentes de erros que acontecem no processo logístico e no site.

Quanto à logística interna, excesso de carga de trabalho, gargalos operacionais, desorganização física e falhas na conferência resultam em atrasos no embarque. A logística externa (transporte), por ser terceirizada, parece não fazer parte das preocupações gerenciais, embora seja a etapa mais longa do processo de entrega e com custo muito significativo: atrasos na entrega, extravios e avarias nas mercadorias são os problemas mais frequentes.

O autoatendimento dos sites ainda é muito precário. Com ele, muitas ocorrências poderiam ser evitadas, começando pelas mais fáceis, como informações de produtos, como comprar, como pagar etc., às mais complexas, como cancelamento e devolução. Além disso, o rastreamento das entregas e da reversa, quando existem, ainda são atualizados com grande defasagem.

Para melhorar o atendimento aos clientes, o foco não deve ser apenas o SAC, mas onde os problemas que estão sendo resolvidos pelo SAC têm sua origem: site e logística. O SAC apenas expressa irregularidades, a solução delas não se resume em aumentar os operadores ou em investir em software, mas em realizar tarefas que exigem muito mais empenho e que residem dentro de casa: eliminar as causas das ocorrências.

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