2010 Chevrolet Corvette ZR1


Os 10 erros mais frequentes em e-mail marketing

1 - Não ter permissão dos contatos para enviar mensagens

Um dos princípios fundamentais do e-mail marketing é trabalhar apenas com contatos opt-in, isto é, de pessoas que realmente optaram por receber a comunicação. Por isso, não ter permissão dos contatos para enviar mensagens é o erro número 1 que apresentamos aqui.

Existem muitas maneiras para conseguir endereços de e-mail, mas apenas uma para conseguir endereços de e-mail válidos: solicitar ao usuário, em qualquer forma de cadastro, se ele deseja receber suas posteriores comunicações.

Adquirir bases de dados de procedência e qualidade duvidosa só faz com sua reputa¬ção seja prejudicada nos servidores e diminui as chances de suas próximas mensagens serem entregues na caixa de entrada dos usuários, indo direto para o lixo eletrônico. Isso porque essas bases duvidosas apresentam altas taxas de erros e devolução de e-mails com os endereços inexistentes e, ainda, porque as pessoas que receberem a mensagem muito provavelmente a classificarão como spam. Será que vale a pena colocar o nome de sua empresa em risco?

2 - Enviar mensagens de boas-vindas sem relevância

O fato é que a mensagem de e-mail mais lida pelos contatos de uma base é a primeira que eles recebem. Não a primeira newsletter, nem o primeiro anúncio, mas aquela recebida imediatamente após o cadastro no site. Geralmente, esses primeiros e-mails trazem informações vagas sobre o conteúdo que será enviado posteriormente. Então, por que não aproveitar essa alta taxa de visualizações para já começar uma ação de relacionamento e fidelização? Exemplos não faltam: sugira a leitura do artigo mais popular de seu site ou da seção de conteúdo pela qual o usuário demonstrou interesse no momento do cadastro; prepare uma oferta especial para os novos cadastrados ou, ainda, revise seus envios anteriores e selecione a oferta ou o conteúdo que trouxe o maior retorno.

3 - Não trabalhar com mensagens personalizadas

Uma mensagem personalizada é aquela que desperta, no leitor, sensações como "essa empresa está pensando em mim" ou "isso é justamente o que eu preciso", ao invés de trazer informações de forma massificada e para um público generalizado.

A mensagem personalizada não chama os contatos de "Prezados Clientes", mas por seus próprios nomes. Esse cuidado não é um mero detalhe e faz toda a diferença no momento em que o destinatário lê a comunicação.

Além da combinação nome/sobrenome, é possível (e recomendado) utilizar informações demográficas, sócio-econômicas e comportamentais para oferecer diferentes tipos de conteúdos aos diferentes perfis de contatos em uma base.

Além da personalização no "lado do cliente", existe também a personalização no lado do remetente, de forma que a comunicação soe mais como "one-to-one" (indivíduo para indivíduo) do que "business to one" (empresa para indivíduo). Para isso, o nome constante no campo "Remetente" passa a ser o de uma pessoa de dentro da empresa responsável por aquela comunicação. A mensagem traz uma assinatura pessoal com informações para contato com aquele indivíduo da empresa, os textos têm uma conotação menos formal e mais próximos do tom de uma conversa.

4 - Fazer uma segmentação deficiente

Quando falamos em segmentação, também falamos da organização da base de contatos. Armazenar diferentes tipos de dados dos contatos permitirá elaborar estratégias direcionadas para diferentes públicos: os que vivem em determinada região, os tomadores de decisão em empresas, as mulheres economicamente ativas de 20 a 30 anos etc.

Uma segmentação deficiente faz com que uma mensagem que seria ideal para um público seja direcionada para outro. Ainda, nenhuma segmentação faz com que muitos recebam uma informação que será útil para poucos, por exemplo, um aviso sobre um evento em São Paulo que é enviado a uma lista com pessoas de todo o Brasil: a mensagem será útil apenas para o público de São Paulo.

5 - Não proporcionar interatividade

A interatividade em e-mail marketing vai além da inserção de links do tipo "leia mais" e de enquetes que direcionam ao site. Se o usuário não tiver certeza de que seu voto realmente será levado em conta e de que sua opinião é mesmo importante, a interatividade acaba aí. O importante é que a comunicação com o usuário possa fluir continuamente, como numa conversa: ele responde ao seu envio, você responde de volta, e ele novamente... E como fazer isso?

O mais importante é permitir um endereço para o qual o leitor possa responder, literalmente, à mensagem recebida. O ideal é que seja para o próprio endereço remente, mas se não for possível, informe um endereço alternativo em local de fácil visualização. Em suas newsletters, convide os leitores a comentarem algum assunto. Receba os comentários e retorne novamente, para que eles saibam que estão participando de uma discussão com uma pessoa real (incluir fotos e perfil também ajuda na aproximação).

Outros recursos disponíveis no mercado permitem que o leitor "chame" um profissional da empresa para conversar num chat em tempo real, apenas clicando num link da mensagem. O leitor também pode, através do e-mail, solicitar o contato por telefone de um profissional da empresa no momento em que lê o e-mail.

6 - Construir a mensagem com conteúdo e design deficientes

Construir um template de e-mail marketing não é o mesmo que criar uma peça para mídia impressa e nem uma página da web. O erro mais recorrente é o envio de mensagens cujo conteúdo é composto por única imagem, como um folder ou cartaz, com um único link que leva à página inicial do site do remetente. Ainda, existem os casos em que o desenvolvedor constrói a estrutura do e-mail em HTML da mesma forma que uma página da web, utilizando as mesmas técnicas e os mesmos recursos.

Além de correr sérios riscos quanto à visualização do e-mail pelos contatos, coloca em jogo também o desempenho da mensagem: mensagens que contêm apenas imagens, sem nenhum conteúdo de texto em HTML, recebem alta pontuação de spam, portanto, têm muito mais chances de ser entregues nas pastas de spam e Lixo Eletrônico dos webmails e clientes de e-mail.

Se a mensagem traz uma promoção ou uma notícia, é importante que o link aponte para a página do site que informe mais detalhes. O papel do e-mail marketing não termina na visualização da mensagem: ele precisa atrair o usuário para o clique e gerar conversões no site.

Alguns recursos utilizados no desenvolvimento de páginas web não devem ser aplicados na criação de um template de e-mail marketing, como o uso de tableless, CSS e formulários. A grande maioria dos webmails e clientes de e-mail têm dificuldade em interpretar elementos com posicionamento em CSS, folhas de estilos externas, animações em flash e outros. Consulte o Manual de Boas Práticas de HTML para conhecer todas elas.

7 - Não otimizar o uso de imagens

Muitas mensagens de e-mail marketing trazem informações importantes na forma de imagens. O grande problema é o tratamento dado a cada uma das imagens utilizada no template. É imprescindível usar as alt tags nas imagens que contêm texto e/ou que são importantes para a compreensão da mensagem.

As alt tags exibem um texto alternativo no lugar das imagens quando elas não são exibidas. Na grande maioria dos webmails e clientes de e-mail, a exibição de imagens é bloqueada por padrão, para proteger o usuário de possíveis conteúdos ofensivos. Quando o usuário abre uma mensagem com imagens bloqueadas, ele verá um grande nada se elas não tiverem textos alternativos definidos em suas alt tags. Com os textos, porém, ele pode ter uma prévia do que será exibido e decide se acha a mensagem interessante.

Todo cuidado é pouco também ao inserir os caminhos das imagens, que devem estar num servidor da web ativo e de acesso público, caso contrário, nem quando o usuário permitir a exibição das imagens elas serão carregadas.

8 - Usar sempre o mesmo formato e posicionamento para anúncios

Mais frequentes em newsletters, os banners são posicionados quase sempre da mesma forma nos layouts: fullbanners no topo, skyscrapers à direita, botões no rodapé... Em todos os envios, eles estão lá, em seus mesmos formatos e posição. Porém, desde que essa mídia existe, testes de usabilidade apontam que, após acessar continuamente algumas páginas, os usuários começam a sofrer de "banner blindness" (cegueira de banners), ignorando todo e qualquer conteúdo que um banner possa oferecer, seja ele interativo ou estático.

Uma saída é rotacionar a posição dos banners periodicamente, para não condicionar o leitor a identificar sempre determinada área como "a área de publicidade" e ignorá-la. Isso implica na alteração da estrutura do e-mail, mas para fazer com que o leitor note o anúncio e até interaja com ele, se for de seu interesse, o esforço vale a pena. Aqui, vale destacar que, especialmente para conteúdo publicitário, é importante personalizar também os banners: oferecer produtos e serviços de acordo com o perfil do público.

9 - Decidir a frequência de envio aleatoriamente

Ao planejar um envio ou uma campanha, muitos profissionais de marketing determinam a data e/ou a freqüência do envio baseados em estimativas errôneas ou até mesmo de acordo com suas próprias agendas. Para decidir a melhor data e o melhor horário para um envio de newsletter, é preciso conhecer o público-alvo e realizar testes.

Se você já fez envios anteriormente, procure analisar quais foram os dias e horários de picos de acesso aos e-mail. Se não, ou mesmo que queira apenas confirmar os dados que já possui, uma dica é dividir sua base de contatos em diferentes grupos e enviar, para cada um, sua mensagem em dias e horários diferentes.

Para determinar a frequência, estude a rotina de atualizações de seu site com novos conteúdos, produtos, lançamentos de ofertas etc e/ou faça o mesmo teste indicado para o período. O importante é saber dosar a informação: não saturar o destinatário com vários e-mails numa mesma semana, mas também não enviar tão poucos a ponto de fazê-lo se esquecer de você e até mesmo do motivo que o levou a efetuar o cadastro em seu site!

10 - Não mensurar os resultados de cada ação

Muitos profissionais acreditam que as ações de e-mail marketing falam por si só: que o papel do e-mail marketing termina quando o usuário visualiza a mensagem, pois, no mínimo, "proporcionou o reconhecimento da marca". Na verdade, sem medir os resultados, não é possível saber nem se esse reconhecimento de marca foi positivo ou negativo. Como saber quantos e-mails foram visualizados, quais links foram clicados e quantas novas visitas ao site vieram provenientes do e-mail?

Mensurar os resultados significa planejar as próximas ações, verificar o que deu certo e o que não deu, o que é bem aceito e quais os maiores interesses do público. Quanto mais cuidadosa for a análise dos resultados, mais informações será possível identificar sobre o comportamento da base de contatos e planejar um próximo envio de acordo com as expectativas dos usuários.

iMasters

Mecânico é atropelado durante pit stop em Monza


Um mecânico da Hispania Racing Team foi atropelado por Sakon Yamamoto, depois da parada do japonês nos pits, durante do Grande Prêmio da Itália de 2010.

O alemão Marcel estava ajustando o sistema de rádio do carro, quando o lollipop-man autorizou a saída do piloto. Este, por sua vez, atropela Marcel com a roda traseira direita.

O pitlane teve que ser fechado para que a ambulância pudesse chegar ao local para socorrer o mecânico. Apesar das cenas um pouco fortes, Marcel teve apenas algumas escoriações.

O indiano Karun Chandhok visitou o alemão no hospital. "Marcel, o homem que cuida do sistema de rádio dos carros, está lúcido, e somente aguarda por mais alguns raios-X", disse o piloto reserva da Hispania.

Caterham Monaco


2010 Audi R8 5.2



A transa: a visão de homens e mulheres sobre um mesmo fato

Duas mulheres conversando:

- Como foi sua transa ontem?

- Uma catástrofe! Meu marido chegou do trabalho, jantou em 3 minutos, depois tivemos sexo durante 4 minutos e após 2 minutos, ele já estava dormindo! E sua transa, como foi?

- Foi fantástica! Meu marido chegou em casa, levou-me para jantar fora, depois passeamos à pé durante 1 hora até voltarmos para casa. Após 1 hora de preliminares à luz de velas, fizemos sexo durante 1 hora e, no fim, ainda conversamos durante mais 1 hora!

Os dois maridos conversando:

- Como foi tua trepada ontem?

- Foi fantástica! Cheguei em casa e o jantar estava na mesa; jantei, dei uma rapidinha e dormi feito pedra! E a sua?

- Uma catástrofe! Cheguei em casa e tinha acabado a luz. Tive que levar minha mulher para jantar fora. A comida foi uma porcaria e caríssima, tão cara que fiquei sem dinheiro para pagar o táxi de volta. Tivemos de voltar a pé, chegamos em casa e, como ainda não tinha eletricidade, fomos obrigados a acender velas! Eu estava tão estressado que precisei de 1 hora para fazer o bicho levantar e mais outra para conseguir gozar. Fiquei tão irritado que perdi o sono e tive de aguentar mais uma hora de conversa fiada.

PASM in the Porsche Boxster explained



A suspensão dos modelos Boxster da Porsche foi otimizada para aproveitar melhor o aumento de potência obtido em seus novos motores. O sistema PASM (Porsche Active Suspension Management) rebaixa a suspensão em dez milítetros, e regula ativa e continuamente a força de amortecimento de cada roda, de acordo com as condições da estrada e do estilo de condução do motorista.

Social Media não é Big Mac

Que Redes Sociais têm sido o discurso da vez em rodas de executivos antenados não é novidade. A grande questão agora é fazer esse assunto sair da roda de discussão.

Criar um perfil no Twiter ou no Facebook não é entrar nas Redes Sociais. Antes disso, as empresas precisam responder uma pergunta muito básica: "onde é que eu quero chegar?".

Já que o cinema nos fez lembrar da fábula da Alice, vale o conselho do Gato de Cheshire "Se você não sabe onde quer chegar, não faz diferença por qual caminho você vá". Pode ser Twitter, Facebook, Orkut, Foursquare, Fóruns, Hotsites ou até mesmo offline; sem um objetivo, um destino, não existe caminho certo ou errado, só que normalmente dá errado!

Se já não é fácil dar esse passo dentro da empresa (normalmente os departamentos estão entrincheirados nas atividades operacionais e tudo que é "novo" fica para a próxima reunião), imagine colocar um plano de ação em prática.

É aí que toda cautela é pouca! No mundo dinâmico em que vivemos, é óbvio que tem muita gente querendo explorar os "oceanos azuis", e a aplicação de Redes Sociais em benefício das empresas é um deles. E também é óbvio que existirá todo tipo de profissional se atirando nesse oceano (sabendo ou não nadar).

Esteja alerta!

Um jeito "fácil" de vender um produto é colocá-lo numa embalagem atraente e praticar um preço convidativo.

Para quem compra, no entanto, a escolha depende de como o comprador olha para a própria empresa (e se ele quer que ela chegue a algum lugar).

Se você vê a sua empresa como aquela pessoa chata do setor que faz aniversário hoje, então qualquer "lembrancinha" resolve. Bem embrulhadinha e com um precinho camarada, cumpre a "obrigação" do presente.

Isso acontece quando um Diretor "pede" uma iniciativa em Redes Sociais e o seu subordinado precisa apresentar "alguma coisa". É provável, nesse tipo de empresa, que daqui a 6 meses a "moda" será outra e que os investimentos em Redes Sociais acabem indo pelo ralo, sem trazer nada de efetivo para a empresa, a não ser a continuidade daquele Diretor e de seu subordinado nos respectivos cargos.

Esse é o mercado para alguns "profissionais" que venderão "uma conta no Twitter", "um perfil para a empresa no Facebook" e outros "projetos" do gênero. Poderão criar até mesmo alguns Combos: Compre 2 contas no Twitter e um perfil no Facebook e leve uma landing page grátis

Mas eu acredito! Quero algo com resultados, e duradouros!

Se você pensou assim, fico feliz por sua empresa. E, claro, o primeiro passo como diria o Gato é definir os seus objetivos. Parece fácil e até mesmo óbvio, mas não é sempre tão simples assim!

O ideal é que você já tenha se familiarizado com as principais plataformas e discutido os principais conceitos de Redes Sociais, para então cruzar toda essa informação com o negócio da sua empresa e criar um projeto de verdade, com início, meio, mas acima de tudo, um fim bem definido! Talvez você precise de ajuda profissional já nessa etapa.

E agora, qual o caminho?

Essa é a hora em que você mais sente saudade do Gato - você vai ter que definir sua estratégia, e esqueça a hipótese de terceirizar isso. Auxílio profissional pode ser muito bem-vindo, mas você terá que estar de corpo e alma nessas reuniões. Ou você realmente acha que um consultor externo ou uma agência conhecem mesmo o seu negócio, melhor do que você? (se você realmente acredita nisso, é hora de começar a se preocupar!)

Apesar de essa fase ser aquela de maior ansiedade (porque ainda está difícil ter certeza de que o lugar que você definiu como objetivo é o lugar certo), é também a parte mais interessante do processo, porque é onde dá para colocar a criatividade em ação.

Você vai avaliar se já possui uma comunidade, se deve formar uma, se deve utilizar ambientes já existentes, se deve contratar celebridades para se tornar popular, se deve focar em algum público específico etc.

É verdade que isso exige conhecimento da dinâmica das redes sociais (que um especialista pode oferecer), mas também exige um enorme conhecimento do seu mercado, dos seus produtos e dos seus objetivos como empresa. Viu como você é importante naquelas reuniões?

E você já combinou com os russos?

Essa é do Garrincha, em 58, quando o técnico Feola o orientou a pegar a bola, driblar os 2 zagueiros russos, ir à linha de fundo e cruzar para o Vavá marcar (não, eu não era nascido, achei isso na Internet).

Só que, no nosso caso, todo mundo é russo! Depois de tanto trabalho para definir claramente um objetivo e bolar uma estratégia detalhada para atingi-lo, como ter certeza de que dará tudo certo?

Pois bem, você não tem. Mas assim como o Garrincha, você tem talento (senão você já teria parado de ler na parte do presentinho para a chata do departamento).

Se o primeiro zagueiro não deixasse o Garrincha dribá-lo, ele teria o talento para improvisar, tentar de novo e voltar para o plano original.

No seu caso, a situação é um pouco mais complexa, mas nada que um pouco de técnica não resolva. A palavra-chave aqui é monitoramento. Você tem que ter mecanismos para "tirar o pulso" das Redes, tanto antes de começar seu projeto como durante a execução da sua estratégia.

Hoje existem ferramentas bastante avançadas (e específicas) para lhe garantir o conforto de um "GPS". Sem isso, como você vai saber se está no caminho certo? (lembre-se, agora que você já tem um objetivo, o Gato diria que o caminho faz diferença, sim!).

Com uma monitoração adequada, mesmo errando o caminho, o mundo não está perdido. Quanto melhor seu monitoramento, mais rapidamente você perceberá que está saindo do caminho e mais rapidamente corrigirá sua rota (usando, é claro, todo seu talento!).

Quer dizer que dá trabalho?

Cá entre nós, você acredita mesmo que tem boi gordo que pesa pouco?

Claro que dá trabalho, e claro que não se "compra Redes Sociais" como se compra sanduíche. É um projeto como outro qualquer, e que obviamente exigirá estudo, empenho, dedicação, paixão.

Por isso é importante ter uma equipe que gosta do que faz. Se as pessoas acreditam no que estão fazendo, mesmo sendo algo complexo, elas não considerarão aquilo um "trabalho pesado". Será uma realização pessoal que, acredite, pode trazer muitos resultados positivos para a sua empresa.

E nisso, você acredita?

iMasters

Très Marchand. Conquiste. (Com Felipe Massa)



Ayrton Senna: The Movie [trailer]


O fim de semana do Grande Prêmio do Japão de Fórmula 1, entre 8 e 10 de outubro próximo será marcado pela estreia do filme sobre a vida do piloto Ayrton Senna, tricampeão mundial. Dirigido por Asif Kapadia, o filme, em forma de documentário, foi feito com material de arquivo fornecido pela FOM e pela família do piloto. O projeto conta com apoio de Bernie Ecclestone e personagens do mundo da Fórmula 1 bem próximos de Senna, como Ron Dennis, seu diretor de equipe na McLaren, e Frank Williams, diretor da Williams.

“Mostramos à família uma prévia de 40 minutos. Viviane Senna, irmã de Ayrton, ficou os 40 minutos chorando. Depois que acabou o filme, deu-me um abraço e me disse: você sim é que conhecia de verdade meu irmão. Na verdade, nunca o vi, mas acredito que ela entendeu o nosso trabalho", disse o diretor Manish Pandey. A produtora dessa homenagem a Senna é a Working Title, que já fez filmes como "O Diário de Brigget Jones", "Um Lugar Chamado Nothing Hill" e "Frost/Nixon".

senna-movie.jp

Jason Plato drives Ferrari 599 GTO


Stripper Pole Fail! That money wasn't going towards school anyway.