Kia Soul. A new way to roll.
Publicado: domingo, 4 de julho de 2010 às 17:22
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Google: o cliente mais exigente do mundo
Como obter mais resultados com menos (ou o mesmo) investimento? A pergunta é feita porque estávamos em clima de crise mundial, que felizmente passou distante do mercado de marketing online ou, pelo menos, das agências e veículos com mídias de performance.
Doze meses se passaram e é gratificante perceber o número de empresas tradicionais que estão transpondo barreiras culturais, investindo pesado na reformulação de seus sites e lojas virtuais, para entrar na disputa da atenção dos consumidores, que estão cada vez mais tempo conectados.
Mas também é triste constatar que, mesmo quem está entrando por último (pra valer) na Internet, ainda comete os mesmos erros dos primeiros: ignoram o seu principal cliente, o Google.
Sim, o Google é um cliente da sua empresa. Pode se tornar o principal cliente de toda a sua empresa. Impossível? Vamos lá.
Apesar de você nem percebê-lo no dia-a-dia, ele está lá, visitando e armazenando todo conteúdo de suas páginas. É um cliente super assíduo, visita seu estabelecimento virtual todos os dias, muitas vezes diversas vezes ao dia.
E cada vez que ele visita seu site, ele faz questão de examinar dezenas ou até centenas de produtos disponíveis nele. Um por um.
Ele tenta entender para que serve cada produto, analisa a quantidade de informações que você possui e avalia se você oferece informações relevantes ou simplesmente dados que ninguém, literalmente, procura. Nem seu cliente mais assíduo consegue manter essa frequência de visitas diárias para saber o que tem de novo.
O Google é o cliente mais exigente que você possui. E ele quer ser seu amigo.
Apesar disso, ele nem reclama quando sua filial na web não está atendendo aos padrões de qualidade que ele determina. Até porque seu site passou pelo crivo dos clientes internos, ou seja, aqueles que serão responsáveis pela sua manutenção, sua equipe de TI, Marketing, Comercial e tantas outras áreas e foi feito por uma agência renomada. O site também foi aprovado pelos clientes externos, os reais clientes e consumidores dos produtos e serviços da empresa.
O problema de não ser amigo do Google é que ele é amigo da maioria esmagadora dos mais de 65 milhões de internautas brasileiros.
Se você começar a tratar o Google bem, ou seja, ter atenção, cuidado e respeitar os padrões de qualidade que ele recomenda e necessita, aos poucos ele começará a simpatizar com o seu site.
E quando algum dos milhões de usuários perguntarem ao Google onde comprar um produto ou serviço, ele pode começar a indicar sua empresa nos resultados de busca.
Mas se você for uma empresa realmente bacana e fizer sucesso com seus outros clientes, os de carne e osso, e estes falarem bem de você por aí, o Google vai gostar ainda mais de você.
Você pode se tornar um dos sites mais indicados pelo Google para dezenas, centenas, milhares de perguntas sobre onde comprar produtos e serviços. E ele fará isso de graça.
Milhares, milhões de clientes potenciais encontrarão suas páginas. Suas vendas online terão um crescimento significativo. As vendas "off-line" também irão crescer, afinal, muita gente ainda usa a Internet para pesquisar e comparar preços e, só depois disso, ir à loja escolhida fazer a compra.
Mas amizade e confiança não se compram, se constroem com o tempo. Apenas com o tempo. A relação, quando bem construída, pode durar por muito tempo. Tudo depende se você vai dar atenção e carinho a este cliente tão exigente e tão rentável.
Para a maioria dos grandes varejistas online, como a americana Zappos, a busca orgânica representa a principal fonte de tráfego e receita do site, com ROI incomparável, conforme me informou pessoalmente Matt Burchard, Diretor de Marketing, em uma visita a Zappos no final de 2009. No Brasil, isso não é diferente, mas ainda há muito terreno para ser explorado.
Para ficar bem posicionado nos resultados orgânicos do Google, Yahoo!, Bing e demais buscadores da Internet, é fundamental que o site atenda a mais de uma centena de critérios técnicos.
Assim como uma loja física precisa atender a muitos requisitos técnicos importantes, na web não é diferente, só mudam os tipos de recursos utilizados. A diferença é que se você atender a esses requisitos no seu site, boa parte da sua receita e da sua rentabilidade acontecerá sem a necessidade de 1 Real de investimento em mídia.
Para ilustrar o potencial de resultados, três casos de sucesso onde os nomes dos clientes serão preservados por questões estratégicas dos mesmos.
O primeiro é um grande varejista brasileiro que, sabendo do potencial das buscas orgânicas, queria aumentar a receita originada dessa fonte. Com foco na correção dos inúmeros aspectos técnicos que o Google considera para melhorar o posicionamento de um site, após 6 meses de projeto, a loja virtual teve um incremento de 196% de visitas da busca orgânica, crescimento de vendas de 165% e um ROI acumulado de R$120, ou seja, para cada R$1 investido na consultoria do Projeto de SEO, retornou R$120 em vendas. Um ROI praticamente obsceno.
No setor de serviços, uma grande imobiliária investiu na ampliação da sua amizade, que já vinha de longo prazo com os robôs do Google. Menos de 1 ano depois, conseguiu dobrar as visitas que chegam não só através do Google, mas também do Yahoo! e do Bing.
Na indústria, onde poucas empresas estão atentas para a Internet, um grande grupo em seu segmento precisava comunicar sua liderança e diferenciais ao mercado através do posicionamento do site nos mecanismos de busca e por meio das palavras-chave que remetem às suas soluções. Conseguiu incríveis 775% de aumento nas visitas ao site num período de 8 meses de projeto de SEO.
Explore mais e entenda o potencial do SEO (Search Engine Optimization) da sua empresa, claro, se você quer vender mais e contar com um ROI insuperável.
iMasters
Doze meses se passaram e é gratificante perceber o número de empresas tradicionais que estão transpondo barreiras culturais, investindo pesado na reformulação de seus sites e lojas virtuais, para entrar na disputa da atenção dos consumidores, que estão cada vez mais tempo conectados.
Mas também é triste constatar que, mesmo quem está entrando por último (pra valer) na Internet, ainda comete os mesmos erros dos primeiros: ignoram o seu principal cliente, o Google.
Sim, o Google é um cliente da sua empresa. Pode se tornar o principal cliente de toda a sua empresa. Impossível? Vamos lá.
Apesar de você nem percebê-lo no dia-a-dia, ele está lá, visitando e armazenando todo conteúdo de suas páginas. É um cliente super assíduo, visita seu estabelecimento virtual todos os dias, muitas vezes diversas vezes ao dia.
E cada vez que ele visita seu site, ele faz questão de examinar dezenas ou até centenas de produtos disponíveis nele. Um por um.
Ele tenta entender para que serve cada produto, analisa a quantidade de informações que você possui e avalia se você oferece informações relevantes ou simplesmente dados que ninguém, literalmente, procura. Nem seu cliente mais assíduo consegue manter essa frequência de visitas diárias para saber o que tem de novo.
O Google é o cliente mais exigente que você possui. E ele quer ser seu amigo.
Apesar disso, ele nem reclama quando sua filial na web não está atendendo aos padrões de qualidade que ele determina. Até porque seu site passou pelo crivo dos clientes internos, ou seja, aqueles que serão responsáveis pela sua manutenção, sua equipe de TI, Marketing, Comercial e tantas outras áreas e foi feito por uma agência renomada. O site também foi aprovado pelos clientes externos, os reais clientes e consumidores dos produtos e serviços da empresa.
O problema de não ser amigo do Google é que ele é amigo da maioria esmagadora dos mais de 65 milhões de internautas brasileiros.
Se você começar a tratar o Google bem, ou seja, ter atenção, cuidado e respeitar os padrões de qualidade que ele recomenda e necessita, aos poucos ele começará a simpatizar com o seu site.
E quando algum dos milhões de usuários perguntarem ao Google onde comprar um produto ou serviço, ele pode começar a indicar sua empresa nos resultados de busca.
Mas se você for uma empresa realmente bacana e fizer sucesso com seus outros clientes, os de carne e osso, e estes falarem bem de você por aí, o Google vai gostar ainda mais de você.
Você pode se tornar um dos sites mais indicados pelo Google para dezenas, centenas, milhares de perguntas sobre onde comprar produtos e serviços. E ele fará isso de graça.
Milhares, milhões de clientes potenciais encontrarão suas páginas. Suas vendas online terão um crescimento significativo. As vendas "off-line" também irão crescer, afinal, muita gente ainda usa a Internet para pesquisar e comparar preços e, só depois disso, ir à loja escolhida fazer a compra.
Mas amizade e confiança não se compram, se constroem com o tempo. Apenas com o tempo. A relação, quando bem construída, pode durar por muito tempo. Tudo depende se você vai dar atenção e carinho a este cliente tão exigente e tão rentável.
Para a maioria dos grandes varejistas online, como a americana Zappos, a busca orgânica representa a principal fonte de tráfego e receita do site, com ROI incomparável, conforme me informou pessoalmente Matt Burchard, Diretor de Marketing, em uma visita a Zappos no final de 2009. No Brasil, isso não é diferente, mas ainda há muito terreno para ser explorado.
Para ficar bem posicionado nos resultados orgânicos do Google, Yahoo!, Bing e demais buscadores da Internet, é fundamental que o site atenda a mais de uma centena de critérios técnicos.
Assim como uma loja física precisa atender a muitos requisitos técnicos importantes, na web não é diferente, só mudam os tipos de recursos utilizados. A diferença é que se você atender a esses requisitos no seu site, boa parte da sua receita e da sua rentabilidade acontecerá sem a necessidade de 1 Real de investimento em mídia.
Para ilustrar o potencial de resultados, três casos de sucesso onde os nomes dos clientes serão preservados por questões estratégicas dos mesmos.
O primeiro é um grande varejista brasileiro que, sabendo do potencial das buscas orgânicas, queria aumentar a receita originada dessa fonte. Com foco na correção dos inúmeros aspectos técnicos que o Google considera para melhorar o posicionamento de um site, após 6 meses de projeto, a loja virtual teve um incremento de 196% de visitas da busca orgânica, crescimento de vendas de 165% e um ROI acumulado de R$120, ou seja, para cada R$1 investido na consultoria do Projeto de SEO, retornou R$120 em vendas. Um ROI praticamente obsceno.
No setor de serviços, uma grande imobiliária investiu na ampliação da sua amizade, que já vinha de longo prazo com os robôs do Google. Menos de 1 ano depois, conseguiu dobrar as visitas que chegam não só através do Google, mas também do Yahoo! e do Bing.
Na indústria, onde poucas empresas estão atentas para a Internet, um grande grupo em seu segmento precisava comunicar sua liderança e diferenciais ao mercado através do posicionamento do site nos mecanismos de busca e por meio das palavras-chave que remetem às suas soluções. Conseguiu incríveis 775% de aumento nas visitas ao site num período de 8 meses de projeto de SEO.
Explore mais e entenda o potencial do SEO (Search Engine Optimization) da sua empresa, claro, se você quer vender mais e contar com um ROI insuperável.
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Publicado: domingo, 4 de julho de 2010 às 12:14
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World Super GT 2 – Mercedes Benz CLK-GTR Preview Video
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Publicado: domingo, 4 de julho de 2010 às 07:02
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Opel Astra GTC. Men's new best friend.
Publicado: sábado, 3 de julho de 2010 às 17:55
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Audi R8 LMS GT3: EVO Magazine Review
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Publicado: sábado, 3 de julho de 2010 às 12:15
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Audi R8 LMS GT3: Autocar Review
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Le Mans Series,
Steve Sutcliffe
Publicado: sábado, 3 de julho de 2010 às 07:26
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Mazda 6. Acabe com a bagunça das crianças.
Publicado: sexta-feira, 2 de julho de 2010 às 17:26
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Seu site não tem que ser o primeiro, tem que ser referência!
Um site, para gerar resultados, deve estar em primeiro lugar no Google
Todos já ouviram essa frase. Números mostram que, das 70 milhões de pessoas que acessam a web no Brasil, 92% usam buscadores, sendo que desses, 95% usam o Google; dos que usam o Google, 90% não passam da primeira página (dados de Maio/2010). Ou seja, estar em primeiro lugar na busca é uma arma de impacto poderosa, mas este artigo vai além disso.
Para que um site traga resultado para uma marca, estar bem otimizado nos buscadores, e entendemos aqui o Google como o principal deles, é uma das táticas, mas não a única. Não se pode desprezar as redes sociais, ainda mais no país mais apaixonado por elas no planeta, o Brasil. Não se pode esquecer que a grande maioria das pessoas passa até 80% do seu tempo conectado em redes como Orkut, MSN, YouTube, Facebook ou Twitter, e que o Brasil é o pais líder ou vice-líder de acesso mundial a esses players.
Nasce um novo blog a cada um segundo no mundo, e o Brasil já é um dos países que mais acessa blogs no planeta. O brasileiro é um apaixonado por games, principalmente os onlines, e agora, com a febre da convergência, é possível acessar a web do Playstation 3 ou do Xbox, os vídeogames da moda no mundo todo, e que são muito vendidos por aqui.
Em um país com mais de 182 milhões de celulares ativos, para uma população de 192 milhões, desprezar ações de SMS é um outro erro. Destes 182 milhões, 14 milhões de aparelhos são smartphones que, enquanto a classe AB compra para acessar e-mails, a classe CD compra para ver TV no ônibus. E, por falar em vendas, em 2009, em 1 a cada 1 brasileiro que comprou pela web, comprou um livro; foram 17 milhões, que compraram também geladeiras, fogão, carros, apartamentos, viagens, passagens aéreas, impressoras, celulares, PCs. Venderam-se mais PCs do que TVs em 2008 e 2009, e é possível que, mesmo com a Copa, 2010 tenha o mesmo cenário. E não acredito que isso mude.
Mas onde as pessoas jogaram, pesquisaram, compraram, leram uma notícia, se relacionaram em uma rede? Em sites referências! Quando você vai pesquisar preços, você vai no Buscapé e acaba comprando no Submarino; quando vai ler uma notícia, vai no UOL ou Terra. Se precisa pesquisar sobre tecnologia, vai no Gizmodo e no iMasters.
Esses sites estão entre os mais acessados em suas áreas, são bem comentados pela rede e isso faz com que o page rank do Google entenda que se trata de sites relevantes em suas áreas e, por isso, "merecem" ser melhor colocados. Nesse momento, entra a estratégia de otimização para complementar tudo o que é feito para o site ser uma referência e, aí sim, ser um dos primeiros no Google.
Entretanto, ser o primeiro no Google nem sempre é o suficiente, pois, quando o site é referência, ele automaticamente terá essa posição não apenas no Google, mas será o mais buscado no Twitter, terá a maior comunidade no Orkut e Facebook, mais vídeos no YouTube e, com isso, será também o mais comentado na rede, gerando indicação das pessoas para outras, atraindo mais visitas, mais um motivo para o page rank entender que o site é referência, é relevante e, por isso, precisa estar mais bem posicionado do que os outros.
A marca do site é outro fator importante para que ele seja uma referência. A sua construção no ambiente digital deve ser feita. Não é porque a Coca-Cola tem uma marca forte em todo o mundo que, na web, ela tem que deixar de lado seu trabalho, pois a força da marca migra para a web. O trabalho tem que ser exatamente o de aumentar sua força também no online, já que é possível ter outros concorrentes, que não são diretos no offline.
A Casas Bahia, por exemplo, além de ver o crescimento da Insinuante e Ricardo Eletro no mundo das lojas físicas, tem na web Submarino e Americanas.com como grandes concorrentes, isso sem falar da concorrência das Casas Bahia com Lojas Cem e Ponto Frio.
Deve-se sempre pensar o seguinte: antes de uma estratégia necessária de otimização de um site no Google, tem que fazer essa marca ser referência do segmento. Ser referência não é fácil, é um trabalho de longo, até de longuíssimo prazo, mas quando se atinge esse objetivo, as outras ações ficam mais fáceis de trazer retorno.
E qual a melhor forma de ser uma referência no segmento? Conteúdo relevante, bom atendimento, ouvir e responder de forma one-to-one ao usuário, trabalhar bem as redes, monitorar o que se fala da marca e responder imediatamente. Entender que a web é criada e gerenciada pelo usuário e que as marcas estão lá para falar de igual para igual.
A partir daí, entendendo tudo isso e fazendo um trabalho de qualidade, as marcas podem começar o processo de serem referências no mercado digital, mas corra, pois há muita gente já fazendo isso!
iMasters
Publicado: sexta-feira, 2 de julho de 2010 às 12:02
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Low Speed Vehicles and Minitrucks Crash Test
A preocupação com o meio-ambiente tornou populares os veículos de dimensões reduzidas, e a tendência chegou até aos Estados Unidos, mercado conhecido por sua preferência por carros de grande porte.
Os crash-tests realizados pelo IIHS, instituto norte-americano, controlador da segurança dos veículos em colisões, mostram que alguns modelos podem até ser baratos e práticos, mas levam nota zero quando o assunto é segurança.
Um exemplo é o GEM e2, que se enquadra na categoria dos LSVs (Low Speed Vehicles) e pode rodar nas ruas. O modelo, que tem jeito de carro de golfe, não oferece itens de segurança presentes em quase todos os outros veículos, como barras de proteção lateral, airbag duplo e zonas deformáveis de proteção aos ocupantes.
No teste, o e2 sucumbiu diante de um Smart Fortwo, subcompacto que mede apenas 2,70 metros de comprimento, mas que oferece os principais itens de segurança.
Já o Changan Tiger é conhecido de nós, brasileiros. Trata-se do mesmo Chana Cargo, vendido no país pela importadora Districar. A picape compacta também se saiu muito mal ao colidir de frente com uma Ford Ranger.
Novo Uno. Novo Tudo.
Publicado: quinta-feira, 1 de julho de 2010 às 17:59
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Hulme CanAm Supercar

Quem adquirir o veículo, além de experimentá-lo em uma pista, ganhará passagem Business Premier ida e volta, pela Air New Zealand, para Auckland, e hospedagem de luxo por uma semana.
Somente 20 unidades do Hulme CanAm Supercar estarão disponíveis, ao preço de 424.800 dólares, o que tornará o veículo de extrema exclusividade. A Hulme também oferece a opção de vender o lote inteiro no sistema first-come-first-serve. As vendas começarão no Reino Unido, no outono europeu de 2011, e encerrarão em 2012.
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Carros,
Hulme,
Renault Sport Technologies,
Roda Viva
Publicado: quinta-feira, 1 de julho de 2010 às 12:14
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rFactor - World Super GT 2 - Toyota GT-One TS020 Preview Video
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Automobilismo,
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Nürburgring Nordschleife,
Racing Simulators,
rFactor,
Super GT
Publicado: quinta-feira, 1 de julho de 2010 às 07:23
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