Mercedes McLaren SLR Roadster
A versão convesível da Mercedes McLaren SLR impressiona pelo acabamento refinado e pelo desempenho. O modelo acelera de 0 a 100 Km/h em 3,8 segundos. O charme é para poucos. No Brasil, o modelo sai por 2 milhões e 800 mil reais.
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Publicado: domingo, 5 de julho de 2009 às 10:40
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Como os Beatles destruíram o Rock 'n' Roll?
Nestes tempos de atenção escassa disputada em frases bombásticas, suspeito que o autor à minha frente, explicando pela enésima vez o título de seu livro, começa a se arrepender de não ter ficado apenas com o subtítulo, Uma História Alternativa da Música Popular Americana. Apesar de os Beatles serem tema do último capítulo, é difícil não questionar o título Como Os Beatles Destruíram o Rock’n’roll. Cáspite, Elijah Wald! Foi com a indignação de quem sempre esperava o dia 9 de outubro para despejar leite condensado sobre o bolo de aniversário de John Lennon, que fiz a repórter calar a fã mirim que um dia eu fui.O novo livro do historiador despertou reações variadas. Seu argumento é que a história da música popular, e da arte em geral, é monopolizada pelo gosto de críticos. No caso da música, a história oficial acaba relegando a notas de rodapé personagens importantes como Paul Whiteman, citado como influência por Duke Ellington e Louis Armstrong e, nos anos 20, o mais bem sucedido band leader dos Estados Unidos.
Wald aponta dois marcos em seu livro. O abandono da performance ao vivo pelos Beatles teria consolidado a gravação como referência primordial da música. E a evolução dos Beatles, da banda que tocava música dançável com influência negra e tinha uma base de fãs adolescentes, para uma banda de "artistas". As aspas não se destinam a denegrir a qualidade. A língua inglesa distingue "artistic" de "arty": o segundo adjetivo sugere pretensão calculada.
Entrevista: Elijah Wald - Historiador
Magazine – Como o rock’n’roll foi destruído pelos Beatles?
Elijah Wald – É uma ideia que não deve ser tomada literalmente porque o rock ainda está por aí. Até os Beatles aparecerem, a performance ao vivo era a principal parte da música. Os Beatles foram as primeiras grandes estrelas que simplesmente pararem de se apresentar ao vivo e se tornaram músicos de estúdio. Isso causou duas grandes mudanças. Desde então, quando pensamos em música popular, pensamos em gravações. Quando os Beatles começaram, e falávamos de sua chegada aos Estados Unidos, pensávamos na famosa apresentação no Ed Sullivan Show e não num disco. Eles foram o último grupo musical importante a comprovar esse truísmo. Depois deles, a principal associação da música popular é com as gravações. Em segundo lugar, o contexto racial. Quando os Beatles chegaram aqui, a música americana estava no momento de maior integração racial de sua história. A música americana, como a brasileira, tinha comportado esse processo de interação entre a tradição africana e a europeia. No começo dos anos 60, pela primeira vez, havia uma interação mais igualitária entre as duas tradições. O pessoal da Motown, Ottis Redding, James Brown, eles eram programados em shows ao vivo e de TV e o público estava mais misto. De repente, acontece a invasão britânica. E a invasão simplesmente dividiu as plateias americanas entre os fãs do rock, que se tornou todo branco, e os fãs do soul, disco e hip hop, que viraram gêneros predominantemente negros.Magazine – Mas se você leva em conta que grande parte da plateia do rap era branca e suburbana...
Wald – Não desapareceu o público. É aí que faço a conexão com a gravação. Uma vez que a música popular passou a depender de gravação, era possível ser um tremendo fã de música negra sem nunca estar na presença de uma pessoa negra. Uma vez que tudo estava gravado, você ouvia o que quisesse sem estar na companhia especial de ninguém, fora do seu universo. E acho que foi um dos fatores na separação. Quando os Beatles começaram, eles tocavam gêneros negros e brancos. Depois deles, isso não foi mais necessário. Até os anos 50, todas as bandas tinham que tocar todo o espectro da música popular.
Magazine – Também cresci ouvindo os Beatles, mas não vivi o contexto de segregação musical que você viveu.
Wald – É verdade, mas vamos levar em conta também o fato de que o Brasil nunca fez a mesma separação. Os mais intelectuais dos grandes músicos brasileiros continuam a compor música que funciona num ambiente de dança. Os Beatles abandonaram o salão. E o rock também abandonou a dança, que ficou mais ligada a outros gêneros. Quando digo que os Beatles destruíram o rock, faço humor sobre o fato de que todos os grandes eventos acomodam ganhos e perdas. O lado vitorioso domina a narrativa e a gente para de pensar no que se perdeu. Eu não quero ser simplista, mas a ideia protestante de que a mente é virtuosa e o corpo não, pode explicar boa parte do que estamos dizendo aqui. Quando dizem que os Beatles "elevaram" o rock, não se referem apenas à música mais inteligente, mas também à música menos física. E, para mim, este foi um grande racha.
Magazine – Hoje, com o iPod, a pessoa que ouve a Beyoncé pode nunca ser exposta ao Rufus Wainright e vice-versa.
Wald – Exatamente. Acabou o mainstream. Antes, não importava qual a sua preferência, era impossível evitar um repertório popular. A outra mudança é que o repertório de grandes compositores, como o Jobim, tinha interpretações variadas. Hoje, as músicas do Caetano Veloso são mais conhecidas como as músicas do Caetano, as gravações dele definem a memória do repertório. E isso é um fator importante para encolher o mercado; se uma canção existe principalmente no momento em que foi gravada e não em centenas de versões.Magazine – Um dos contrapontos históricos do seu livro é sobre como a evolução da tecnologia foi afetando formatos e gêneros. O que a tecnologia digital está fazendo com a música?
Wald – Se há algo que você aprende, como historiador, é que a gente sempre tira conclusões erradas sobre o presente. Neste momento, acho que sabemos menos sobre o estado da música popular do que em qualquer outro momento na história. A música escapuliu das grandes corporações. As vendas de discos não significam mais nada. Uma pessoa compra um CD e aí? Cem outras copiam? Ou serão mil pessoas, online? Ninguém sabe quem compra o quê. O rádio perdeu influência, é ouvido principalmente no carro. As pessoas ouvem as suas playlists, não a lista da estação de rádio.
Gazeta do Sul
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Publicado: domingo, 5 de julho de 2009 às 09:13
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Chevrolet Chevette. Porque os carros podem ser econômicos sem perderem a classe.

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Publicado: sexta-feira, 3 de julho de 2009 às 21:34
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Ferrari 430 Scuderia vs. Ferrari F40
Publicado: sexta-feira, 3 de julho de 2009 às 12:31
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Porsche 911 GT2 vs. Chevrolet Corvette ZR1
Publicado: sexta-feira, 3 de julho de 2009 às 12:24
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Se você tem o sono pesado...
...esta pode ser uma solução: este super-despertador, controlado por computador!
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Publicado: sexta-feira, 3 de julho de 2009 às 08:28
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Gêmeos casam-se com gêmeas
Um fato inusitado aconteceu na Rússia. Dois casais, nos quais tanto as noivas como os noivos são gêmeos, casaram-se ao mesmo tempo.
Isso foi até bom para eles: a festa deve ter custado a metade do preço.
Isso foi até bom para eles: a festa deve ter custado a metade do preço.
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Publicado: sexta-feira, 3 de julho de 2009 às 08:17
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Visto do espaço
O vulcão Sarychev entrou em erupção no dia 12 de junho de 2009. A estação espacial internacional estava passando por cima do local, e os astronautas aproveitaram a oportunidade para registrar imagens do fenômeno.
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Publicado: sexta-feira, 3 de julho de 2009 às 08:06
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Antes, a única vantagem de um carro era a economia. Agora, existe o Chevette.

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Publicado: quarta-feira, 1 de julho de 2009 às 21:33
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Pioneiro da música portátil, Walkman comemora 30 anos
Há 30 anos era lançado no Japão um portátil que iria revolucionar a maneira de ouvir música. O Walkman, criado pela Sony, não foi um sucesso imediato. Vendedores achavam que um aparelho que utilizava fitas mas não tinha opção de gravação seria um fracasso.

Mas a invenção deu certo: teve 30 mil unidades vendidas nos primeiros dois meses e em 1986 foi incorporado ao Dicionário de Inglês Oxford como sinônimo de tocador de música portátil.
"Naquela época, nós desenhávamos os produtos no papel", disse Nobutoshi Kihara em uma entrevista em 2006, antes de se aposentar. Ele foi o engenheiro responsável pelo design do primeiro modelo de Walkman.

Hoje o Walkman acumula 385 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. A marca ainda é utilizada pela Sony em seus tocadores portáteis digitais, mas está longe de superar a concorrência do iPod.
O aparelho da Apple atingiu vendas de 100 milhões de unidades em menos de seis anos no mercado, tornando-se o tocador de música com venda mais rápida da história.

Mas a invenção deu certo: teve 30 mil unidades vendidas nos primeiros dois meses e em 1986 foi incorporado ao Dicionário de Inglês Oxford como sinônimo de tocador de música portátil.
"Naquela época, nós desenhávamos os produtos no papel", disse Nobutoshi Kihara em uma entrevista em 2006, antes de se aposentar. Ele foi o engenheiro responsável pelo design do primeiro modelo de Walkman.

Hoje o Walkman acumula 385 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. A marca ainda é utilizada pela Sony em seus tocadores portáteis digitais, mas está longe de superar a concorrência do iPod.
O aparelho da Apple atingiu vendas de 100 milhões de unidades em menos de seis anos no mercado, tornando-se o tocador de música com venda mais rápida da história.
Publicado: quarta-feira, 1 de julho de 2009 às 10:09
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01/07/2009 - Joseph Gilles Henri Villeneuve e René Alexandre Arnoux brigando pela segunda posição, no Grande Prêmio da França
Publicado: quarta-feira, 1 de julho de 2009 às 09:07
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rFactor - Nürburgring Nordschleife 2009 - Preview
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Automobilismo,
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Nürburgring Nordschleife,
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rFactor
Publicado: quarta-feira, 1 de julho de 2009 às 08:37
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