Review de CD - Chickenfoot - Chickenfoot

Juntar numa banda músicos de peso para um projeto em comum, usando de seus nomes e prerrogativas musicais numa atmosfera pronta de marketing... Fórmula velha. Porém o som é novo e de altíssima qualidade o que torna uma grata surpresa ouvir o CD de lançamento da banda Chickenfoot.

Primeiro porque Joe Satriani usou de todo seu feeling para não fazer com que os solos ficassem longos demais, estão na medida certa. A Azeitona do Dry Martini.

Segundo porque, ainda que a voz omnipresente de Sammy Hagar nos lembre Van Halen (não há como não pensar nisso de cara) depois de ouvir todo o álbum você nota o tênue, porém significativo, divisor de águas.

Terceiro porque é muito legal músicos juntarem-se em projetos como este pra mostrar sua diversidade. É como tocar com amigos que não são da mesma banda em uma festa qualquer, mas gravar um CD ou fazer um DVD dessa reunion.

As músicas da Chickenfoot tem uma pegada forte na identidade própria da banda que, devido a junção de músicos de peso, só poderia dar em sonzeira.

E o supergrupo traz o baixista Michael Anthony e o vocalista Sammy Hagar, ex-integrantes do Van Halen, na comissão de frente. Além das duas estrelas, o Chickenfoot conta ainda com Joe Satriani na guitarra e o baterista Chad Smith, de 'férias' do Red Hot Chili Peppers.

O CD abre com "Avenida Revolution", uma canção de melodia pesada e soturna de solo curto porém marcante e os inconfundíveis gritos de Hagar que nos preparam pro que ainda virá.

"Soap On A Rope" é a canção em que Chad Smith (batera do Red Hot Chili Peppers) destrói com uma pegada swingada, com mudanças de tempo primorosas acompanhadas por uma linha vocal nervosa de Sammy e solo de peso nas mãos de Satriani. 'Hardera' de primeira classe.

"Sexy Little Thing" nos arremete ao 'novo rock', uma nova fórmula que as velhas bandas têm usado, o AC/DC é um exemplo (veja a sonoridade do último CD da banda Stiff Upper Lip e entenda) provavelmente seja a próxima a cair nas graças das FM's rock.

"Oh Yeah" é a música de trabalho da banda. Ja está tocando por aí, você provavelmente já ouviu. Sonzeira 'alegrinha' no estilo Van Halen.

"Runnin' Out" soa a música mais comercial do CD. Talvez pela levada tranquila que ganha um brilhozinho salpicada pelos ataques da bateria.

"Get It Up" é uma canção onde se pode sentir quase que no tato a participação forte de Chad Smith na composição usando algumas formulas do RHCP. A linha de vocal casa perfeitamente com os riffs de guitarra e a linha de baixo que são o diferencial junto com backings melodiosos e explosões no tempo de execução da mesma. Perfeita!

"Down The Drain" é como uma caminhada pelo parque numa tarde de sol, ela segue tranquilamente com algumas surpresas pelo caminho.

"My Kinda Girl" é uma canção que segue a linha antiga hard: melodia, backings e riffs casados. Gostosinha de ouvir.

"Learning To Fall" é a baladinha do CD. Nada de novo porém bonita e bem conduzida.

"Turnin' Left" em compensação te arrebata no primeiro acorde tirando-o(a) da marola e te levando a altas ondas num passeio por tempos de execução quebrados, um puta solo rápido e rasteiro de guitarra numa execução primorosa da banda.

"Future In The Past" encerra a viajem musical na trilha dos rastros do franguinho que já se tornou um bom galo de briga.

Se quiser ver o poder de fogo da banda, no YouTube™ já começam a aparecer vídeos e clipes.

Delicie-se como quem come uma canja apimentada, travando um bom combate com o pé de frango...

Whiplash

Cortando uma bola de baseball com uma Katana



Uma imagem



Auto Union Type C com lastro

Como não era possível ter pneus mais largos...

Tudo isso só porque perdeu no World of Warcraft?

Eu não entendo nada desses MMORPGs, mas acho que ele não deve ter feito coisa boa com seu bot...


"Escola do Rock" forma primeira turma no Rio Grande do Sul

O Curso de Formação de Profissionais e Produtores de Rock da Unisinos, em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, promove um festival no Porão do Beco, em Porto Alegre, nesta quinta-feira (25).

Batizado de "Quinta Crockante", o evento funciona como um trabalho de conclusão de curso, e foi inteiramente produzido pelos alunos, dentro da disciplina Projeto Festival. "Posso dizer que estou tão nervoso quanto qualquer pessoa que vai apresentar uma monografia", confessa Lourenço de Pauli, membro da banda Oh!.

Além deles, tocam no festival os grupos Os Lordes, Sargento Malagueta e De La Rock, todos formados por alunos do curso.

"Não acho que sou um roqueiro 'diplomado', mas me sinto um roqueiro realmente preparado para o mercado", diz Lourenço. Ele lembra que no começo muitas pessoas caçoaram do curso de rock. "Eles perguntavam: 'como é um curso de rock? Vocês vão ter aula de roda punk?' Mas estamos nos formando, e pudemos ver que é um curso muito sério. Nada rígido como Direito ou Administração, mas foi uma formação sólida".

Dono de uma produtora montada com um colega, ele sabe que poderia ter feito sua carreira sem o curso, mas diz que funcionou como um "atalho". "Aprendi coisas que as bandas levam muito tempo para descobrir. As disciplinas relacionadas a planejamento e negociação foram muito importantes".

O músico Frank Jorge, ex-Cascavelettes, atualmente na Graforréia Xilarmônica e em carreira solo, coordenador e fundador do curso, acha que não é só o diploma que vai fazer a diferença. "O mercado existe, mas não posso dizer que todo mundo tem emprego garantido. Nós conseguimos dar uma formação completa e abrangente, em todas as áreas, mas assim como em outras profissões, vai depender do esforço do aluno para conseguir se inserir no mercado", pondera.

Ao longo dos cinco semestres, os alunos tiveram disciplinas como Teoria e Percepção Musical, História do Rock, Legislação, Plano de Negócios, Criação Musical, Produção Musical, Desenvolvimento de Produto Web e Filosofia, Cultura e Ética. O aspecto prático do curso é levado a sério, e muitas aulas acontecem em estúdios em Porto Alegre.

O curso tem 65 alunos, e o vestibular para a próxima turma acontece em dezembro. Quem quiser ser um roqueiro diplomado vai ter que arcar com uma mensalidade de R$ 1.034,85. Uma maneira de saber se vale a pena é ir ao festival em Porto Alegre e ver o resultado ao vivo, em cima do palco.

Ufa! Conseguimos pôr um carro grande dentro de um carro compacto. VW 1600 Brasília. A nova dimensão de carro.



O que fazer com as pilhas?

Diante de tudo que as montadoras estão fazendo para diminuir as emissões de poluentes, como carros mais econômicos, que desligam o motor quando param no sinal, e no pisar do acelerador, ligam novamente, motores bi, tri e tetra combustível, e finalmente, a última moda, carros elétricos.

Agora, uma pergunta fica no ar: o que fazer com as baterias gastas dos carros, quando forem substituídas? Qual será o método para o descarte? Será feito um super lixão para elas?

As baterias são de lítio, um metal alcalino, portanto, elas poluem o meio ambiente. Além disso, em vez de pararmos num posto de combustível, estamos "reabastecendo" o carro em nossa casa, sobrecarregando o sistema de energia elétrica?

Será que não estamos trocando seis por meia dúzia, no que diz respeito a garantir um futuro melhor para o planeta? Teremos que construir novas usinas hidroelétricas para suprir a maior necessidade de energia elétrica? Ter um carro elétrico, no futuro, será uma prática inviável, já que teremos que parar a cada 80 Km para recarregar as baterias por 8 horas?

Não teria uma outra maneira de manter os motores a combustão, apenas tomando medidas para diminuir as emissões de poluentes, com resultados satisfatórios a longo prazo?

Max Mosley desistiu! Façam suas apostas!

Em reunião do Conselho Mundial do Esporte a Motor, na cidade de Paris, Max Mosley anunciou que não concorre à reeleição da presidência da FIA. A decisão deve ter sido tomada por ele provavelmente, depois de uma longa conversa com Bernie Ecclestone. "Bernie joga só pra ganhar. É um negociante nato, viveu mais de 40 anos no esporte e seu casamento até acabou por causa da Fórmula 1", disse o mestre Edgard Mello Filho ontem, no programa Linha de Chegada, do SporTV.

"Não haverá racha. Não gostaria de sair da presidência da FIA no meio de uma crise, queria resolve-la antes de deixar o cargo", disse Mosley, após a reunião, confirmando as esperanças de todos que não gostariam de ver duas categorias paralelas no ano que vem. Bernie Ecclestone, presidente da Formula One Management, disse que "prevaleceu o senso comum" e se sente muito feliz depois que as "diferenças foram resolvidas".

Max Mosley poderia muito bem se reeleger, fácil, fácil. O problema é que ele não quer mais saber de ser o estopim da implosão da Fórmula 1. No entanto, pode lançar alguém de sua confiança. Bernie Ecclestone poderia também lançar um novo candidato.

Lembrando que quem elege o presidente da FIA não são os dirigentes da Fórmula 1, são as confederações nacionais e os automóveis clubes.

Agora, lanço a pergunta: quem deve ser o próximo presidente da FIA? Vou fazer minhas apostas. Jackie Stewart, nome forte no circo da Fórmula 1, dando sua opinião sobre a crise na Fórmula 1 em diversas oportunidades. Jean Todt também é cogitado, uma vez que deixou a direção da equipe Ferrari e entende da política da Fórmula 1. Michel Boeri, do Automóvel Clube de Mônaco, também é forte candidato. Ari Vatanen, finlandês, campeão de Rally, é mais um na minha lista.

Há uma enquete ao lado. Vote e dê sua opinião em um comentário.

O primeiro caso de um homem traído por uma boneca inflável



Flávio Gomes mostra o VW Passat LSE no Programa "Limite", da ESPN


Are you with us in 2010?

Esta é a pergunta que a Ferrari está fazendo aos internautas sobre a criação de uma categoria em paralelo com a Fórmula 1.

Está certo que tanto a FOTA como a FIA tem suas parcelas de culpa nos últimos acontecimentos envolvendo os bastidores da categoria máxima do automobilismo.

No entanto, a Associação das Equipes, na minha opinião, ganhou um ponto a favor, somente pelo fato de perguntar ao "povo" o que eles acham de possíveis decisões a serem tomadas.

Isso pode representar um passo importantíssimo para a criação do que podemos chamar de "New Formula World Championship", como já foi falado em muitos lugares, uma vez que a FOTA, ao contrário da FIA, sabe o que os espectadores querem.

Para votar na enquete elaborada pela Ferrari, clique na imagem abaixo, que eu recebi num newsletter.


Porsche Panamera first drive