Drift de ônibus
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Publicado: quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 07:24
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Kombi Carrera
Como se não bastasse o Ford Super Van, o Renault Espace F1 e o Volkswagen Multivan, agora é a vez de uma Kombi ser transformada em um carro de competição, com motor de Porsche 993 Turbo, com 500 CV!
A joint-venture entre bávaros e saxônicos, que está para ser concretizada, já é de bem mais tempo, pelo menos, entre os "montadores independentes".
A joint-venture entre bávaros e saxônicos, que está para ser concretizada, já é de bem mais tempo, pelo menos, entre os "montadores independentes".
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Publicado: quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 07:16
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Movido a bombom

Cientistas da Universidade de Warwick, no Reino Unido, desenvolveram um protótipo de Fórmula 3 com motor movido a chocolate!
Isso mesmo, movido a bombom!
O projeto será umas das atrações do Festival de Velocidade de Goodwood. Grande parte do carro foi produzida com materiais "verdes". Rodas, bancos, por exemplo, foram desenvolvidas com fibras de plantas, enquanto a carroceria tem em sua composição óleo vegetal.
O combustível não se utiliza apenas de chocolate, mas também óleos vegetais vindos de cenouras e demais vegetais de raiz, como linho e soja.
A velocidade máxima do protótipo é próxima dos 230 Km/h. A fumaça expelida pelo motor e parecida com a produzida pelos motores dois tempos.
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Publicado: quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 22:13
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O clipe é original, OK, mas, e a música?
Esta banda, chamada Mutemath, criou um clipe bem original. Colocados numa van, eles retiram os bancos, colocam a aparelhagem, e fingem que performam a música, enquanto o veículo está em movimento.
O clipe nem chega a ser legal, mas ninguém, pelo que eu sei, havia feito isso até hoje. O problema, mesmo, é a música, sem originalidade nenhuma. É uma banda de rock alternativo qualquer. Parece banda para cults, intelectuais ou nerds, como Weezer, por exemplo.
Esta vem sendo uma forte tendência no mercado fonográfico. Tem bandas que possuem equipe de marketing especialmente para cuidar de suas imagens, culminando em criar o chamado "marketing viral", que são esses vídeos criados para que sejam passados para as pessoas pelo boca-a-boca, email-a-email, blog-a-blog, twitter-a-twitter, seja como for. É como se fosse um vírus mesmo, espalhado de forma exponencial ao público.
Tudo isso, com certeza, motivado pela baixa venda de conteúdo musical, motivado pelos downloads de MP3 e vídeos. As gravadoras tentam criar algo que se espalhe e se venda rapidamente. Caso contrário, logo cai no esquecimento, e não vende mais, tornando-se "descartável". Daí, as gravadoras tentam criar outra coisa que tenha seus "15 minutos de fama" e continue gerando dividendos.
Quando que isso vai mudar? Não se sabe. Só o tempo vai dizer.
O clipe nem chega a ser legal, mas ninguém, pelo que eu sei, havia feito isso até hoje. O problema, mesmo, é a música, sem originalidade nenhuma. É uma banda de rock alternativo qualquer. Parece banda para cults, intelectuais ou nerds, como Weezer, por exemplo.
Esta vem sendo uma forte tendência no mercado fonográfico. Tem bandas que possuem equipe de marketing especialmente para cuidar de suas imagens, culminando em criar o chamado "marketing viral", que são esses vídeos criados para que sejam passados para as pessoas pelo boca-a-boca, email-a-email, blog-a-blog, twitter-a-twitter, seja como for. É como se fosse um vírus mesmo, espalhado de forma exponencial ao público.
Tudo isso, com certeza, motivado pela baixa venda de conteúdo musical, motivado pelos downloads de MP3 e vídeos. As gravadoras tentam criar algo que se espalhe e se venda rapidamente. Caso contrário, logo cai no esquecimento, e não vende mais, tornando-se "descartável". Daí, as gravadoras tentam criar outra coisa que tenha seus "15 minutos de fama" e continue gerando dividendos.
Quando que isso vai mudar? Não se sabe. Só o tempo vai dizer.
O alemão boa-pinta: comercial do Citroën C5
Publicado: quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 07:36
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Iggy Pop and Friends
Iggy Pop, Perry Farrell, Tom Morello, Jerry Cantrell, Juliette Lewis, Gilby Clarke, Billy Bragg, Evan Seinfeld e Wayne Kramer se juntaram para um show beneficente, neste final de semana, em Nova York, em favor à Road Recovery, uma organização que orienta crianças contra o uso de drogas a partir de exemplos de artistas que passaram pelas piores bad trips.
O guitarrista Tom Morello aproveitou a noite para estrear seu novo projeto, Street Sweeper Social Club.
Algumas das músicas tocadas foram covers de Call Me Animal e Kick Out the Jams, do MC5, e The Drugs Don’t Work, do The Verve, Dirty Deeds Done Dirt Cheap, AC/DC, Sixteen, do Iggy Pop.
Iggy Pop, como sempre, roubando a cena...
Pra quê desmunhecar desse jeito, Perry?
Essa Juliette Lewis, além de boa cantora, é bonita pra dedéu!
No comments...
O guitarrista Tom Morello aproveitou a noite para estrear seu novo projeto, Street Sweeper Social Club.
Algumas das músicas tocadas foram covers de Call Me Animal e Kick Out the Jams, do MC5, e The Drugs Don’t Work, do The Verve, Dirty Deeds Done Dirt Cheap, AC/DC, Sixteen, do Iggy Pop.
Iggy Pop, como sempre, roubando a cena...
Pra quê desmunhecar desse jeito, Perry?
Essa Juliette Lewis, além de boa cantora, é bonita pra dedéu!
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Publicado: terça-feira, 5 de maio de 2009 às 20:36
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Cortador de grama automático
Você, seu preguiçoso, que não gosta de cortar a grama, agora tem uma solução para esse trabalho: uma máquina de cortar grama totalmente automatizada!
Um cortador de grama inteligente, fabricada pela Husqvarna, acaba de ser lançado no mercado europeu. Basta programar a área a ser aparada e o GPS do equipamento toma conta do resto. Além de cortar a grama, o aparelho também pode cuidar da adubação e até fazer o controle de pragas. Ela tem autonomia de uma hora, e volta automaticamente para a base, para que suas baterias sejam carregadas.
Esta solução para a preguicite aguda tem um preço: quatro mil euros!
Um cortador de grama inteligente, fabricada pela Husqvarna, acaba de ser lançado no mercado europeu. Basta programar a área a ser aparada e o GPS do equipamento toma conta do resto. Além de cortar a grama, o aparelho também pode cuidar da adubação e até fazer o controle de pragas. Ela tem autonomia de uma hora, e volta automaticamente para a base, para que suas baterias sejam carregadas.
Esta solução para a preguicite aguda tem um preço: quatro mil euros!
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Publicado: terça-feira, 5 de maio de 2009 às 19:11
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Sequência de acidentes em Nürburgring
Pode acreditar, mas todos estes acidentes aconteceram na mesma prova da temporada 1999 da Superbike Championship. Tudo isto porque os fiscais de prova não "bandeiraram" que a pista estava escorregadia devido a um derramamento de óleo.
Para fechar com chave de ouro, a indignação de Colin Edwards, chegando, inclusive, a jogar brita para dentro da pista.
Conseguiu ser pior que o Rubinho...
Para fechar com chave de ouro, a indignação de Colin Edwards, chegando, inclusive, a jogar brita para dentro da pista.
Conseguiu ser pior que o Rubinho...
Publicado: terça-feira, 5 de maio de 2009 às 14:51
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DKW Vemaguet 1964

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Publicado: terça-feira, 5 de maio de 2009 às 12:55
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Comparação entre a Dodge RAM, Chevrolet Silverado, Ford F-150 e Toyota Tundra
Publicado: terça-feira, 5 de maio de 2009 às 10:08
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Rancid

Escutar uma música, na década de 1990, sem ter a mínima noção de quem é o artista ou banda, já que, na época, a Internet e os computadores não eram massificados como atualmente, era fato muito comum entre os jovens da época.
Hoje, você escuta as músicas de uma banda, fuçando na Internet, ou por indicação de um amigo, como foi este caso, e aquela mesma música, que fez sua cabeça no passado, soa em seus ouvidos e faz você sentir um agradável "cheiro de nostalgia no ar". Parece que você volta no tempo, e se vê novamente na frente do "3 em 1" do seu pai, "chapando-se" com as músicas e obras históricas que marcaram as décadas anteriores.
Pois foi isso que aconteceu comigo, com a banda Rancid. Escutei durante muito tempo da minha adolescência a música Time Bomb.
Eu não consegui o clipe original, pois o Youtube restringiu a incorporação ou "embeddamento", mas eu achei um vídeo ao vivo da música. Deleitem-se:
Ouvindo essa banda pela primeira vez, percebi influências, ou "sonoridades" parecidas com a banda britânica The Clash. Será só eu que acho isso?
Biografia
Rancid é uma banda de Punk Rock que surgiu no começo dos anos 90 na Califórnia, lugar conhecido como celeiro de grandes bandas como Dead Kennedys, Red Hot Chili Peppers, entre outras. Conhecido por suas influências do Ska e do Reggae, o Rancid está em atividade até os dias de hoje.
Os amigos californianos Tim Armstrong e Matt Freeman tocaram juntos na banda Operation Ivy de ska-punk até 1989, quando ela acabou. Tim se envolveu com drogas e álcool e o amigo Matt achou que ele precisava de uma nova atividade para se livrar do problema. A solução foi criar uma banda, a Dowfall, mas infelizmente ela durou muito pouco. Matt não desistiu e montou outra, chamada Rancid.
A formação era Tim na guitarra, Matt no baixo e ambos no vocal. Logo chamaram o baterista Brett Reed e Matt saiu da outra banda que ele fazia parte, The Gr’ups, para se dedicar integralmente ao Rancid.
Em 1992, saiu o primeiro ‘single’, “I’m Not The Only One”, pelo selo Lookout Records. O grupo sentiu a necessidade de mais um guitarrista e chamou Lars Frederiksen, que também se tornou vocalista. Ele tocava na UK Subs, mas queria tocar em uma banda que tivesse somente interesse no puro punk-rock, como era o caso da Rancid.
O álbum de estréia homônimo chegou em 1993 sem a presença de Lars e já pela nova gravadora, a Epitaph. Ele não queria receber o mérito do disco já que não estava com a banda desde o início da criação das canções. Os destaques de “Rancid” foram as canções “Get Outa My Way”, “The Bottle”, “Unwritten Rules” e “Another Night”. O grupo realizou vários shows pela Europa para divulgar o disco e conquistou fãs com a forte influência do ska e fazendo a troca de vocalistas na mesma canção (conhecido como Tag Team).
Finalmente, em 1994, Lars entrou em estúdio para gravar com o Rancid o single “Radio”. A canção foi escrita em parceira com o guitarrista do Green Day, Billie Joe Armstrong, e traz muita influência das duas bandas. No ano seguinte, chegaram às lojas o segundo título, “Let’s Go”, considerado um clássico do grupo com a canção “Salvation”, que foi a primeira a ser tocadas nas rádios.
Mesmo sem querer,o Rancid se tornava aos poucos um grupo bem sucedido. Em janeiro de 1995, eles lançaram um novo single com “Roots Radicals” e “I Wanna Riot”, logo depois saíram em turnê pelas grandes capitais norte-americanas. Em março daquele ano entraram em estúdio por seis semanas para gravar com a pressão de repetir o sucesso do aclamado disco anterior e se superaram com o lançamento de “And Out Come The Wolves”.
O disco seguinte, “Life Won’t Wait” (1998), colocou o grupo mais próximo do ska. Dois anos depois, voltaram com o punk que estavam acostumados a fazer com “Rancid”. Como não podia ser diferente, alguns integrantes começaram a se dedicar a projetos paralelos. Eles criaram um selo pela Epitaph, o Hellcat, especializado em punk. Lars ainda lançou um disco pelo selo, “Lars Frederiksen & The Bastards”. O lançamento mais recente do Rancid, “Indestructible”, em 2003, foi realizado pela Warner. Em novembro de 2006, o baterista Brett Reed anunciou que iria deixar a banda. Por enquanto a banda não possui um baterista fixo e nos shows estão contando com a participação de Branden Steineckert, ex-baterista da não tão punk banda “The Used”. A banda anunciou que vai lançar um novo disco em 2007 e ainda não se sabe ao certo se Branden gravará o disco ou outro baterista será anunciado.
Discografia
* Rancid (1993)
* Let’s Go (1994)
* …And Out Come the Wolves (1995)
* Life Won’t Wait (1998)
* Rancid (2000)
* Indestructible (2003)
Integrantes
* Tim Armstrong (Guitarra e Vocal)
* Lars Frederiksen (Guitarra e Vocal)
* Matt Freeman (Baixo e Vocal)
* Branden Steineckert (Bateria)
last.fm/music/Rancid
Publicado: terça-feira, 5 de maio de 2009 às 08:46
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rFactor - Porsche 997 GT3 Cup - Onboard Preview
Publicado: segunda-feira, 4 de maio de 2009 às 19:16
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