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13 "causos" horripilantes do rock

O bluesman Robert Johnson morava na zona rural do Mississippi e sonhava se tornar músico. Johnson foi então instruído a levar sua guitarra a uma encruzilhada, onde ele teria vendido a alma ao diabo. O cantor e guitarrista morreu em 1938, aos 27 anos, depois de beber uísque envenenado.

A banda americana Lynyrd Skynyrd ficou mais conhecida em 1973, depois que diversos membros, incluindo o vocalista e compositor Ronnie Van Zant, morreram em um acidente de avião. A tragédia aconteceu apenas três dias após o lançamento do álbum Street Survivors, cuja foto da capa mostra o grupo no meio de um incêndio.

Em 1985, o adolescente John McCollum cometeu suicídio enquanto ouvia a música Suicide Solution, de Ozzy Osbourne, sobre os perigos do abuso de álcool. Os pais do garoto processaram o roqueiro, alegando que a letra da canção o havia influenciado.

Diversos fatos trágicos acometeram o cantor Robert Plant nos anos 70. Além de enfrentar sérios problemas com a voz após as gravações de Houses Of The Holy, o músico sofreu um acidente de carro na Grécia que deixou membros de sua família machucados. Em 1977, seu filho Karac não resistiu a uma infecção e morreu aos seis anos. Alguns fãs do Led Zeppelin atribuem a falta de sorte ao envolvimento de seus integrantes com a magia negra.

O processo de criação de The Bedlam in Goliath, quarto e mais recente álbum de estúdio do Mars Volta, foi cercado por incidentes bizarros. Tudo culpa, dizem os músicos, de um tabuleiro Ouija comprado por Rodríguez-López durante uma viagem em Jerusalém. Assim que os integrantes adquiriram o objeto, o baterista deixou a banda no meio da turnê, o vocalista precisou fazer uma cirurgia nos pés, o estúdio inundou e várias gravações sumiram.

Too Tough To Die, faixa do álbum de mesmo nome lançado em 1984, é uma homenagem a Johnny Ramone. O guitarrista da lendária banda punk teria se envolvido em uma briga em um bar em 1983. Levou tantos socos e chutes na cabeça que acordou no hospital, após uma complicada cirurgia para recuperar seu crânio fraturado.

Hotel California, dos Eagles, fala sobre uma igreja cristã abandonada e depois dominada por satanistas; os próprios Eagles seriam satanistas.

O produtor Bob Ezrin conseguiu o choro das crianças na música The Kids, de Lou Reed, dizendo aos filhos que a mãe deles havia morrido.

"Dimebag" Darrell, conhecido como membro-fundador do Pantera, morreu no dia 8 de dezembro de 2004 no show de sua banda Damageplan no Alrosa Villa, em Ohio. Nathan Gale, o assassino, deu cinco tiros na cabeça do músico.

A tradição dos funerais está mudando na cidade de Adelaide, na Austrália. Lá, clássicos do rock como Stairway To Heaven, de Led Zeppelin, e Highway To Hell, do AC/DC, viraram moda em enterros.

Uma professora norte-americana chamou a polícia ao ouvir um trecho da música Welcome To The Jungle, do Guns N’ Roses, e pensar que fosse uma ameaça de morte. A faixa foi tocada no sistema de som da Booth Free School, em Roxbury Connecticut.

Um dos mitos mais persistentes do mundo do rock dá conta de que Paul McCartney teria morrido em um acidente, em meados da década de 60, e está sendo substituído até hoje por um sósia.

Reza a lenda que a música Helter Skelter, dos Beatles, teria inspirado Charles Manson a assassinar a atriz Sharon Tate, então grávida de oito meses, e outras quatro pessoas em um ritual satânico.

G1

Review de CD - Working On A Dream - Bruce Springsteen

O cantor norte-americano Bruce Springsteen nunca chamou tanta atenção por aqui, embora tenha emplacado inúmeros hits e seja bastante cultuado em sua terra natal. Na verdade, essa realidade nem chega a ser exatamente estranha ou injusta, visto que há uma maior facilidade de identificação por parte do público norte-americano, tanto com a sua ideologia quanto com o estilo de suas músicas.

Mas, deixando esses detalhes um pouco de lado, e levando em conta a qualidade de sua obra, é interessante notar que os álbuns de Bruce Springsteen gravados com a sua E Street Band (especialmente os inquestionáveis "Born to Run" e "Born in the U.S.A."), representam o que há de melhor em sua discografia. Isso é notável em "Working on a Dream" (2008), seu mais recente álbum. Mais uma vez, a produção ficou a cargo de Brendan O'Brien, que apostou em algo um pouco mais "carregado", mas sem esquecer as guitarras e violões típicos da maioria das canções de Springsteen.

E falando em E Street Band, pode-se esperar aqui um Bruce Springsteen voltado a uma sonoridade não muito desafiadora em termos de estilo e estruturas musicais, mas soando quase sempre interessante. Neste novo trabalho, o veterano roqueiro continua em boa forma, e despeja bons rocks como o "quase faroeste" "Outlaw Pete" e as energéticas "My Lucky Day" e "Surprise Surprise", além das suaves "Working On A Dream" e "Kingdom Of Days". Já "Queen Of The Supermarket", com uma temática tão "bobinha", soa um tanto pretensiosa demais em termos de produção.

Mais pontos altos do álbum se encontram na inspirada "What Love Can Do" (excelente!), na blueseira "Good Eye", e no gostoso rock melodioso "quase sessentista" "This Life". E como a vertente mais "lentinha" de Springsteen também não poderia ficar de fora, temos o razoável country "Tomorrow Never Knows" e a acústica "The Last Carnival". Já "Life Itself", soaria melhor como um rock, visto que suas marcações se mantêm ao longo da música, como um "teaser" para algo que nunca chega de fato...

E quanto às letras? Apesar de não ser exatamente um gênio (e no rock, quem precisa ser?), Springsteen continua com o pé firme "no seu lugar", contando histórias de pessoas comuns, além de apostar também em temáticas sobre sentimentos diversos. Como de costume, para os fãs, não há o que reclamar deste departamento.

Claro que, em uma discografia grande e marcada por clássicos, "Working On a Dream" não estará entre as obras mais impactantes de Bruce Springsteen. E o fato deste álbum ser inferior ao ótimo "Magic" (2007) também pode resultar em avaliações negativas, por parte de ouvintes e críticos mais chatos. Mas, considerando que o cantor não precisa provar mais nada para ninguém, vamos receber de "ouvidos abertos" mais um competente álbum na competente discografia do "The Boss"!

Músicas:
1. Outlaw Pete
2. My Lucky Day
3. Working on a Dream
4. Queen of the Supermarket
5. What Love Can Do
6. This Life
7. Good Eye
8. Tomorrow Never Knows
9. Life Itself
10. Kingdom of Days
11. Surprise, Surprise
12. The Last Carnival

Whiplash

Eu não acredito nisso!


Alanis Morissette urinando em dois copos!


Audi R8 V10 road test



A primeira apresentação da atual turnê do Iron Maiden, em Belgrado


"Scream for me, Belgrade!"




Aces High




Fear Of The Dark




Rime of the Ancient Mariner




Phantom of the Opera




Children of the Damned




The Trooper




Run To The Hills


Paintball William Tell Attempt Fails



Gato perseguindo rato de controle remoto



Esse gato vive bem melhor do que eu...



María Antonieta de las Nieves visita a vila do Chaves, em 2006

A atriz que interpretou a personagem Chiquinha, emocionada, relembra os momentos que passou junto à turma do Chaves.

Esse vídeo foi feito numa tentativa de apaziguar as relações entre María Antonieta de las Nieves e Roberto Gomez Bolaños, que ficaram abaladas depois das discussões entre eles pelos direitos autorais da personagem Chiquinha.

Roberto Gomez Bolaños y María Antonieta de las Nieves - El Conflicto


Chaves - Aula de História - Dublagem da CNT

Episódio numa versão e dublagem raríssimas, que foi ao ar uma vez, em 1997.